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GameOver: Blog oficial

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Sexta-feira, 16.01.15

A importância da era digital

Quando Gabe Newell, o grande patrão da Valve, apresentou ao mundo o Steam, a sua visão para o futuro da distribuição dos videojogos via digital, muitas vozes surgiram para o rotular como louco. Sobretudo os consumidores. Ainda que houvesse condicionantes que entravassem a experiência nessa altura face ao que existe na atualidade, tais como as limitações de banda e a pouca apetência dos utilizadores em colocarem o seu cartão de crédito na internet, Newell sabia que esse paradigma iria mudar. E mudou.

E isso demonstra que, cada vez mais, as pessoas são movidas pelo impulso, o acesso imediato aos produtos e videojogos, que apenas a distribuição digital consegue colmatar.

A propósito do tema, uma sondagem atual sobre o estado da indústria dos videojogos, realizado a cerca de 2 mil produtoras norte-americanas que participaram no Game Developers Conference 2014, revelou que apenas 13 porcento das companhias afirmaram que o principal bolo das suas receitas provêm de vendas no retalho. Ou seja, 77% das produtoras dependem das suas vendas digitais na faturação, nem que sejam por complemento. Em contrapartida, o estudo revela que os lucros de 29% das companhias dependem das vendas diretas ao consumidor e 21% apontam as micro-transações como principal meio de receitas.

O mais irónico dessa mesma sondagem é as plataformas que originaram o lucro das companhias. PC e as plataformas mobile destacaram-se claramente, com 56% das empresas a confirmarem que o seu próximo lançamento será no computador e 50% nos smartphones e tablets. Comparativamente às consolas, 26% afirmam estarem a trabalhar em projetos na PS4 e 22% na Xbox One, embora grande parte dos projetos sejam multiplataformas.

Por fim, ainda como catalisador do consumo digital, as transmissões em streaming dos jogos e a força dos eSports, motivaram as editoras a trabalhar em torno destes fenómenos. 79% dos inqueridos consideram que a aposta nos eSports é um negócio sustentável a longo prazo.   

O mundo digital é uma realidade corrente, embora muitas empresas, produtores, consumidores e pessoas em geral ainda não tenham compreendido o fenómeno. Quando Gabe Newell disse que o futuro era digital, isso foi há mais de 10 anos. O futuro é hoje!

Bom fim-de-semana
Rui Parreira

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por Game Over às 12:58

Sexta-feira, 09.01.15

Uma questão de segurança

Cada vez mais ouvimos falar de ataques cibernéticos. Um pouco por todo o lado se ouve histórias de ‘hack’, seja para aceder ao cartão de crédito de alguém, roubar fotografias privadas de famosos ou, como nos atinge mais diretamente, aceder às contas de utilizadores de consolas.

No último mês já foram dados a conhecer dois ataques à PSN. A Sony admitiu e prontificou-se a corrigir as eventuais lacunas na origem desta vulnerabilidade. O curioso e que do lado da Microsoft, que muitas vezes até estará associada à falta de segurança, na vertente de PC, com problemas no Windows ou no Internet Explorer, tudo parece estar muito bem controlado. Ou seja, de um lado temos um serviço da PSN que tem sofrido ataques que abriram brechas, do outro, temos um serviço da XBL (da tal empresa conhecidas pelos problemas de segurança no PC) que se aparenta seguro.

Que conclusão tiramos daqui? Bem, eu não domino o tema seguranças cibernética, mas de repente parece-me que, das duas uma: Ou a Sony tem sido, por alguma razão que desconhecemos, um alvo preferencial dos hackers, e a empresa nipónica tem aqui um problema “social” para resolver para deixar de ser a preferida na hora de atacar; ou, caso exista o mesmo tratamento entre PlayStation e Xbox, no que a hacking diz respeito, a Sony tem um problema grave de segurança para resolver, especialmente considerado que a Xbox, pertencente à empresa conhecida por alguns problemas de segurança, ainda que no PC, se tem mostrado mais segura.

Seja qual for a hipótese, a Sony tem muito trabalho pela frente. Sim, porque estes ataques à PSN não se podem repetir por muitas mais vezes.
Rogério Jardim

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por Game Over às 14:15

Sexta-feira, 02.01.15

Videojogos: fecha-se um ciclo, começa outro

Findado 2014 é tempo de olharmos para trás e fazer um balanço sobre a indústria dos videojogos, e uma primeira projeção do que nos espera 2015. Não podemos dizer que foi um ano negativo, mas está longe do impacto de 2013, que correspondeu ao início de uma nova geração de plataformas. O primeiro ano de um novo ciclo de consolas é normalmente fraco em grandes títulos, sobretudo após a euforia da sua janela de lançamento, com os principais estúdios a recarregar baterias para uma segunda fornada de jogos.
 
Ainda assim, 2014 apresentou-nos algumas pérolas, embora concentradas em épocas muito próprias como a páscoa e claro, o natal. Basta olhar para os tops dos melhores títulos do ano e notar o amontoado de pesos pesados a digladiarem-se por um espaço no sapatinho da árvore de natal – Dragon Age: Inquisition, Far Cry 4 ou Super Smash Bros. Wii U, por exemplo, deixaram as carteiras a arder na altura da decisão. Mas 2014 foi muito positivo pelo regresso em grande forma da Bungie com o excelente Destiny, assim como os criadores de Call of Duty, agora no seu novo estúdio, com Titan Fall.
 
Ainda em regressos importantes, a Nintendo em particular teve um ano excelente e alguns títulos irrepreensíveis no seu catálogo, para além do recente título de combate protagonizado por Mario e companhia: Bayonetta 2 quase nos fez esquecer as limitações técnicas da Wii U face às suas rivais; e Mario Kart 8 é simplesmente obrigatório na coleção de todos os jogadores. Por fim, a Blizzard parece ter tido um dos melhores alinhamentos dos últimos anos. Hearthstone deixou os fãs das cartas colecionáveis, e não só, rendidos à magia dos seus embates; World of Warcraft recebeu, provavelmente, a sua melhor expansão de sempre, acompanhado de aumento significativo de subscrições; lançou também a aguardada expansão de Diablo III – Reaper of Souls, que os fãs referem ser aquilo que o jogo original deveria ter sido.
 
Ainda que as atenções dos videojogos estejam postos nas consolas PS4 e Xbox One, os fãs das respetivas marcas demostraram alguma desilusão pelos títulos lançados durante o ano. Para além dos referidos, a maior parte nem sequer eram exclusivos da sua plataforma de eleição, como ainda viram diversos lançamentos em diferentes gerações. Isto significa que 2014 ainda não foi o ano definitivo de viragem e as principais editoras não deixaram as consolas “velhinhas” repousar. E prova disso foi a adaptação de diversos títulos para a nova geração, os chamados “remastered” em alta definição, como Grand Theft Auto V e The Last of Us.

Mas olhando para o futuro, ou melhor, o ano novo, já estão algumas pérolas esperadas no horizonte, como os adiados The Witcher 3: Wild Hunt e Batman: Arkham Knight que dispensam apresentações. O primeiro pretende ser o mais ambicioso RPG de sempre e o regresso de Batman promete ser a derradeira experiência do Cavaleiro das Trevas e o fechar da excelente trilogia da Rocksteady. Na lista dos grandes lançamentos de 2015 há uma balança equilibrada entre sequelas e novos títulos. Os próximos capítulos de Metal Gear Solid e Uncharted lideram os desejos dos fãs onde se incluem também Tomb Raider, Just Cause e Mortal Kombat. E quanto a jogos que necessitam de atenções especiais, pela sua novidade, estão incluídos títulos como Evolve, The Order 1886, Bloodborne e Mad Max, a adaptação do universo protagonizado no cinema por Mel Gibson.
A indústria dos videojogos funciona através de ciclos constantes. Ainda as pilhas de excelentes títulos estão amontados, já os olhos estão postos nos próximos lançamentos. Ser sôfrego é um defeito feio, mas nos videojogos não há outra forma de estar. Venham eles!
 
Feliz ano novo!
Rui Parreira

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por Game Over às 09:16

Sexta-feira, 26.12.14

A segurança e os ataques piratas que cancelam lançamentos

Se têm andado atentos aos últimos desenvolvimentos no mundo do entretenimento, saberão por esta altura que a Sony teve os seus servidores acedidos por piratas informáticos. As consequências? Informação confidencial veio a público e, mais recentemente, os planos de lançamento do filme "Uma Entrevista de Loucos", uma película onde as personagens desempenhadas por James Franco e Seth Rogen têm o objetivo de matar o ditador Kim Jong-un, foram cancelados devido a uma ameaça desses mesmo piratas, que causaram o pânico ao citar os acontecimento do mítico 11 de setembro.

O presidente Barack Obama já veio a público referir que o cancelamento do filme foi "um erro". Sim, eu sei que estou a falar de um filme, mas imaginemos que o mesmo se aplicava aos videojogos. Entretanto, e há poucos dias, a Sony voltou atrás e anunciou a estreia do filme em algumas salas de cinema na data prevista que, por enquanto, não parecem ter sofrido qualquer ataque. E ainda bem.

Agora, imaginem um jogo com um assunto imensamente polémico que poderia causar mossa se fosse lançado no mercado. Imaginem que piratas informáticos exigiam que o lançamento fosse cancelado, ou, caso contrário, as consequências iriam ser devastadoras.

Devem os responsáveis ceder a esta pressão? Sim, porque ainda que tenham acabado por estrear o filme, houve um recuar inicial. E será assim tão ridículo ceder a terroristas para evitar possíveis ataques? Ou, por outro lado, será que se devem enfrentar estes seres, libertando o jogo, e constatar se eles seriam capazes de avançar com algum ataque devido a um simples videojogo? Sejamos sinceros: um videojogo pode nem contribuir nada para o futuro da humanidade, mas esta situação que se passou na vida real revela um medo de pensar qual será a próxima implicância. Afinal, o que pode tudo isto vir a representar no futuro?

Alexandre Lopes

 

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por Game Over às 10:10

Sexta-feira, 19.12.14

Dos jogos violentos à relação dos jogos com a violência

A semana foi marcada por um tema recorrente: a discussão sobre o impacto dos jogos violentos voltou a estar nas luzes da ribalta com toda a controvérsia originada por Hatred.

Entrou no Steam, saiu do Steam, voltou ao Steam. Pelo meio, vários argumentos contra, outros a favor, criticas cerradas à censura, aplausos a uma decisão que pode ser discutível – o ordenar do regresso do jogo ao serviço da Valve foi realmente um incentivar da criatividade ou uma prova de que o lucro monetário fala sempre mais alto?

Opiniões à parte, inclusive sobre o valor real da existência do jogo da Creative Destructions, a esta notícia juntou-se outra que mostra o espetro oposto e une dois elementos que jamais os defensores dos efeitos nefastos dos jogos poderiam querer ver juntos: é que, afinal, parece que há videojogos que podem ajudar precisamente…suspense pelo meio…psicopatas.

A investigação é de uma psicóloga de Yale e pode muito bem ser o primeiro passo numa nova forma de tratamento que permitirá controlar sintomas de forma mais eficiente do que os habituais métodos aplicados neste tipo de doentes.

Obviamente que, neste último caso, falamos de jogos especialmente criados para o efeito e não os títulos que enchem as prateleiras físicas e digitais dos vários retalhistas. Ainda assim, não deixa de ser curioso o paralelismo dos temas, numa semana que, quase a fechar o ano, volta a focar um tema que, por mais que o tempo passe, nunca deixa de ser inflamável.

Vanessa Vieira Dias

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por Game Over às 17:17

Sexta-feira, 12.12.14

Os jogos estão por todo o lado

Este artigo é mais um desafio que outra coisa qualquer. E isto porque, como diz o título, os jogos estão em todo o lado. Já por acaso fizeram o exercício de tentar passar um dia normal sem ver jogos? E nem me refiro aos que jogam, porque se estão a ler isto é porque já são suspeitos. Falo essencialmente de quem vos rodeia.

Ora então vejamos. Se costumam andar de transportes todos os dias, para escola, faculdade ou trabalho, quantas pessoas vêm à vossa volta de telemóvel na mão, ou consola portátil, a jogar? E se não vêm de transportes, vêm de carro. Na fila do trânsito, quantas vezes já viram os penduras noutros carros, ou no vosso a jogar? Ou pior, quantas vezes já viram os condutores a jogar enquanto tentam sobreviver à fila de trânsito? E isto é só na ida para o destino, sendo que acontece o mesmo no regresso.

Chegado ao destino, a tendência de ver jogos à vossa volta é, arriscaria, ainda maior. Sim, porque seja na escola, facul dade ou local de tra balho, quantas pessoas conseguem identificar diariamente a jogar no telemóvel ou no computador? Estejam elas no recreio ou em aulas ou em horário laboral?


Por fim, se não estiverem a trabalhar, mas sim numa qualquer fila de supermercado ou, pior, da repartição de finanças ou segurança social, quantas pessoas conseguem ver a jogar? Pois é, eles estão mesmo por todo o lado. E ainda bem!
 
Bons jogos, seja onde for.
Rogério Jardim

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por Game Over às 14:50

Sexta-feira, 28.11.14

A loucura das promoções com a Black Friday

Esta é, provavelmente, a altura do ano mais esperada para quem gosta de fazer compras antes da época natalícia. A Black Friday, que teve origem nos Estados Unidos, é uma campanha de vendas realizada um dia após o feriado de Ação de Graças e que ocorre na última quinta-feira de novembro. Tem este nome porque, desde o início, o grande fluxo de pessoas que pretendem fazer compras gerou uma série de acidentes de trânsito e episódios de violência.

Antes era apenas um dia, mas, hoje, muitas lojas dedicam uma semana inteira à Black Friday. Na prática, são milhares de produtos com importantes descontos. E em grande destaque estão sempre os produtos eletrónicos, sejam eles smartphones, tablets, consolas, PC e até videojogos.

Não obstante, muitos são aqueles que aproveitam a Black Friday não só para oferecer algum produto aos seus mais próximos pelo Natal, mas também para comprar algo para si próprios, sendo que as promoções apresentadas acabam por incentivar à compra por impulso. Mas cuidado, porque tende-se a comprar produtos que realmente não fazem assim tanta falta.

Em Portugal, a iniciativa tem vindo a reunir cada vez mais parceiros, sendo que várias são as lojas que, nesta altura, apresentam descontos interessantes.
Mas atenção, o facto de dado produto estar em promoção na Black Friday não significa que o valor final do mesmo vá ser o melhor durante todo o ano.

No fim de tudo, apenas recomendamos alguma precaução. Vale a pena aproveitar a Black Friday? Claro que vale, certamente que irão encontrar algumas pechinchas relacionadas com o mercado de gaming. Porém, não custa nada fazer uma pequena pesquisa para validar se, de facto, vale a pena adquirir determinado produto. É que, no final, o que interessa é poupar o máximo de euros possíveis.

Bom fim de semana, boas compras… e joguem muito!

Alexandre Lopes

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por Game Over às 10:27

Sexta-feira, 21.11.14

O Natal chega mais cedo no mundo dos videojogos

No que à indústria dos videojogos toca, o Natal é em novembro e não em dezembro, como acontece para o resto dos comuns mortais.
É o mês dos grandes lançamentos, das estreias mais esperadas, da azáfama das análises, antevisões, conteúdos especiais e do tão famoso “hype”. E o ano de 2014 manteve a tradição: ainda novembro vai a meio e já vimos chegar uns tantos jogos, fizemos sair outros tantos vereditos e ainda a procissão vai no Adro, como se costuma dizer em bom português.
E, se achamos que dezembro é o mês das compras, desengane-se quem pensar que também o é para os jogadores. Veja-se as promoções de “bundles” que presenteiam este mês, as ofertas especiais por aniversários de consolas…
Se a crise afeta tudo e todos, não deixa de ser positivo ver que, até em tempos difíceis, o novembro dos “gamers” mantenha presença e marque no calendário um mês importante e proveitoso para a indústria dos videojogos.
Em dezembro tudo acalma e o merecido descanso chegará. Será tempo de jogatanas no sofá para todos aqueles que, ao viverem o mundo dos jogos, recebem o Pai Natal mais cedo.
Vanessa Dias

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por Game Over às 09:20

Sexta-feira, 14.11.14

A ironia por trás do novo serviço PlayStation Vue

Antes de mais, estranhei a sigla Vue. Mas que raio, pensei eu, quer isto dizer. Depois fiz o que um curioso faz e pesquisei um pouco, sendo que o resultado, aparente temente, aponta para Visual User Enviorment ou Virtual User Enviorment. Seja qual for, assim já faz algum sendo. Mas nem era da definição que queria falar mas da ironia do anúncio deste serviço.

Queria sim falar sobre a ironia do que está a acontecer com a PS4 depois do que aconteceu com a PS3. Se bem se lembram, a PS3 foi anunciada como uma máquina de entretenimento e que, por isso, era o equipamento a ter na sala. Para jogar, para navegar na web, para ver filmes… para tudo e mais alguma coisa. Era um centro de entretenimento. Esse posicionamento valeu à Sony algumas, par anão dizer muitas, críticas, por parte, claro, dos jogadores.

Com o anúncio da PS4 foi diferente. A Sony dizia que a PS4 era uma máquina de jogos que foi desenhada para jogos e a pensar nos produtores de jogos e nos fãs de jogos. Jogos, jogos, jogos. Claro que, passado algum tempo, começa-se a perceber que afinal não é só jogos. É realmente uma máquina de jogos. A Sony acertou realmente na forma de a apresentar (ao contrário da Microsoft). Mas feitas as contas, é uma máquina de entretenimento, que foi “vendida” como a máquina onde jogar.

E tudo isto é irónico porque, às vezes, a forma como se comunica um produto é bem mais importante que as características ou capacidades do produto. E a verdade é que se a Sony tivesse desde início mostrado tudo o que pretendia fazer da consola, o mais provável era a PS4 não ter o sucesso que tem hoje.

Rogério Jardim

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por Game Over às 09:02

Sexta-feira, 07.11.14

Começou o Lisboa Games Week

À imagem de Paris e Madrid, chegou a Portugal o Lisboa Games Week, um evento que tem como base a indústria dos videojogos. Trata-se de uma oportunidade única do público em geral tomar contacto com alguns títulos que apenas estarão disponíveis em 2015. Os visitantes podem experimentar em primeira mão alguns dos jogos mais aguardados, como Mortal Kombat X, The Order: 1886, Bloodborne, Resident Evil: Revelations 2, Pro Evolution Soccer 2015 e Dying Light, apenas para referir alguns.

O evento conta ainda com diversas atividades, como uma exposição de consolas e videojogos dedicadas ao retrogaming – quem nunca viu um Spectrum ou um Commodore Amiga a funcionar tem agora uma excelente oportunidade. Os fãs do Pinball podem jogar em algumas máquinas de “flippers” originais que estavam disponíveis nos velhos salões de jogos. Os colecionadores de videojogos podem mesmo visitar um stand de vendas e adquirir algumas pérolas de plataformas descontinuadas.

Ao longo do fim de semana vão poder participar e assistir a diferentes iniciativas, entre desfiles de cosplay, palestras e conferências, ou inscreverem-se em campeonatos de jogos em consolas. A Asus ROG organizou um campeonato de League of Legends e Counter-Strike, que será transmitido ao vivo via stream no Twitch. No evento poderão ainda experimentar drones, participar em meetings de jogos de tabuleiro e cartas colecionáveis.    

Há ainda um espaço dedicado à produção nacional de videojogos onde podem experimentar alguns projetos em decurso como o Smash it Adventures da Bica Studios ou o Greedy Guns da Tio Atum. É uma importante oportunidade de perceberem o estado da indústria de produção no nosso país e trocar impressões com os próprios produtores.

O Lisboa Games Week, embora esteja na primeira edição, oferece algumas surpresas interessantes para os fãs de videojogos. Não deixem de visitar e participar neste evento único, agora em Portugal.  

Bom fim de semana

Rui Parreira

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por Game Over às 10:57



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