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  <title>GameOver: Blog oficial</title>
  <subtitle>O blog oficial do GameOver. Participa!</subtitle>
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    <name>gameover</name>
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  <updated>2013-06-14T13:52:46Z</updated>
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      <name>Rogério Jardim</name>
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    <issued>2013-06-14T14:51:10</issued>
    <title>Terminou mais uma E3. </title>
    <published>2013-06-14T13:52:46Z</published>
    <updated>2013-06-14T13:52:46Z</updated>
    <category term="xbox one"/>
    <category term="wii u"/>
    <category term="e3 2013; ps4"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;O cansaço de uma semana esgotante mistura-se com a sensação de tristeza de ver terminar mais uma edição do mais importante certame da indústria dos videojogos. É hora de fazer o balanço final. A pergunta óbvia é sempre a mesma: “Quem ganhou a E3 deste ano?” E desta vez a resposta é mais clara do que seria de esperar há uma semana atrás: “A Sony, pois claro.” E as razões são mais que muitas para apontar para a derrota da Microsoft. A começar na diferença de 100€ nos preços entre PS4 e Xboxe One e a terminar no facto de o lançamento da máquina da Microsoft não acontecer este ano em Portugal, passando pela obrigatoriedade pela necessidade de se ligar online pelo menos uma vez por dia e pela taxação dos jogos usados, Acredito que a Sony neste momento até possa pensar que este confronto foi fácil de mais para ser verdade. E se a Sony ganha logo uma vantagem considerável para a corrida da próxima geração, a Nintendo, por seu lado, pode igualmente aproveitar o momento para relançar aquela que foi, afinal, a primeira consola da próxima geração a chegar o mercado, a Wii U. Por tudo isto, só podemos esperar uns próximos meses muito animados, recheados de muitos e bons jogos que, convém não esquecer, continuam a chegar à atual geração.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-06-09T15:03:03</issued>
    <title>Tudo pronto para a E3 2013</title>
    <published>2013-06-09T14:14:26Z</published>
    <updated>2013-06-09T14:14:26Z</updated>
    <category term="e3 2013;"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://img577.imageshack.us/img577/7681/78020713.jpg" alt="" width="600" height="450" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já estamos por terras norte-americanas, prontos e sedentos pelo que aí vem neste início de semana. Duas consolas novas com tanto ainda para dizer só podem ser sinal de uma “guerra” que promete ser gigante. E o melhor desta “guerra” é que os jogadores são sempre vencedores. Hoje, domingo, ainda é tempo de tentar recuperar o cansaço de mais de 15 horas fechados em aviões, mas amanhã tudo estará a posto para a que promete ser a maior cobertura de sempre do GameOver à E3. Fiquem atentos as todas as novidades, porque esta semana será certamente memorável.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Já estamos por terras norte-americanas, prontos e sedentos pelo que aí vem neste início de semana. Duas consolas novas com tanto ainda para dizer só podem ser sinal de uma “guerra” que promete ser gigante. E o melhor desta “guerra” é que os jogadores são sempre vencedores. Hoje, domingo, ainda é tempo de tentar recuperar o cansaço de mais de 15 horas fechados em aviões, mas amanhã tudo estará a posto para a que promete ser a maior cobertura de sempre do GameOver à E3. Fiquem atentos as todas as novidades, porque esta semana será certamente memorável.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-27T15:31:30</issued>
    <title>Mergulho virtual</title>
    <published>2013-05-27T14:51:24Z</published>
    <updated>2013-05-27T14:51:24Z</updated>
    <category term="oculus rift; realidade virtual"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Se bem repararam, há muito pouco tempo falei cobre a realidade virtual e sobre como podia eventualmente estar de regresso. Hoje, cruzei-me com um novo projeto que tira partido dos Oculus Rift, o World of Diving. Pessoalmente, devo dizer que gosto muito de mergulhar apreciar a imensidão que o Oceano nos esconde, ainda assim, a ideia de poder mergulhar sem água cria-se algumas dúvidas. Independentemente do que eu ache, o projeto já está propor-se a um financiamento de 75 mil dólares, não no Kickstarter, mas no Indiegogo. A 37 dias do fim (altura em que faço o posto), ainda só conta com 2.700 dólares. Será que atinge o objetivo? Deem uma olhadela ao Word of Diving e digam-me de vossa justiça se é por aqui que a realidade virtual pode e deve ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://img826.imageshack.us/img826/120/worldofdiving.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imageshack.us/photo/my-images/826/worldofdiving.jpg/" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imageshack.us/photo/my-images/826/worldofdiving.jpg/" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-24T15:39:05</issued>
    <title>Quem vai ganhar a primeira batalha?</title>
    <published>2013-05-24T14:41:40Z</published>
    <updated>2013-05-24T14:41:40Z</updated>
    <category term="ps4"/>
    <category term="kinect"/>
    <category term="xbox one"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Precisamente três meses depois da primeira apresentação da PS4, foi a vez de a Microsoft anunciar ao mundo a Xbox One. E o mais curioso é que as apresentações têm sido vistas como contrárias entre si. Ou seja, se a conferência da Sony mereceu os maiores elogios porque focou com grande atenção os jogos em si, deixando os jogadores felicíssimos com o que foi mostrado, a revelação da Xbox One tem sido criticada por não ter dado tanta enfase aos jogos, mas sim às muitas funcionalidade de TV e Kinect. Por outro lado, o anúncio da Xbox One mereceu elogios por ter mostrado a consola em si, ainda que as opiniões sobre o design sejam muito variadas, e a Sony viu-se criticada por ter mostrado apenas o comando.&lt;br /&gt;Posto isto, as conclusões que podemos tirar daqui são duas, pelo menos. Uma, as estratégias de comunicação de Sony e Microsoft estão realmente a ser geridas com um cuidado extremo - ambas tentam passar a ideia que PS4 e Xbox One serão muito diferentes uma da outra. Dois, revela também que a E3 deste ano será verdadeiramente bombástica. A Sony e a Microsoft têm estado a reter informação pelas questões estratégicas que referi em cima, no entanto, inevitavelmente terão de levantar todo o véu. Ora, tendo em conta que ambas as consolas chegam ainda este ano, a E3 será mesmo o grande palco da primeira batalha da guerra da nova geração. A pergunta que se impõe é “Quem vai ganhar?”. Felizmente, para vos trazer a resposta o GameOver vai estar em LA a acompanhar a par e passo todos os anúncios da Sony e Microsoft, mas não só…&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-20T15:35:38</issued>
    <title>Realidade virtual está de volta?</title>
    <published>2013-05-20T14:51:49Z</published>
    <updated>2013-05-20T14:51:49Z</updated>
    <category term="oculus rift; realidade virtual"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Foi durante os anos 90, numa exposição que teve lugar no Museu da Eletricidade, em Lisboa, que tive o meu primeiro contacto com a realidade virtual. Na altura, uma fila de mais de uma hora de espera dava aos visitantes mais pacientes a oportunidade de "vestir" uns óculos de realidade virtual e experienciar o que seria voar nas asas de um pássaro. Já não me lembro em que ano esta exposição decorreu, não me lembro que tipo de pássaro era aquele no simulador de realidade virtual. Lembro sim de me sentir impressionado pela liberdade de olhar para onde quisesse com aqueles óculos e ver sempre um cenário que parecia infinito. Também me lembro que este cenário virtual era feito de enormes e horríveis pixéis (que na altura era do melhor que se podia ver). Seja como for, nos anos 90 houve uma febre em torno da realidade virtual, tendo até algumas marcas se aventurado e lançado alguns óculos para o mercado, pelo menos até ao início do século XXI, altura em que a temperatura voltou a descer. Mais recentemente, esta febre parece estar de volta, com alguns projetos a surgirem um pouco por todo lado. Um desses projetos tem conseguido chamar mais à atenção, os Oculus Rift. Claro que imagens falam sempre melhor que qualquer descrição, por isso deixo-vos uma demo, no mínimo cómica, mas que deixa antever o que é possível fazer.&lt;br /&gt;Quero ainda deixar duas perguntas. &lt;br /&gt;1. Alguma vez tiveram a oportunidade de experimentar este tipo de dispositivos? &lt;br /&gt;2. Acham que depois do sucesso da Alta Definição e do que já visto como o flop do 3D, este poderá ser o próximo passo a dar no entretenimento?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="456" height="399" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/cu4gIQRAzkckbYvfsb7Y/mov/1" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;embed width="456" height="399" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/cu4gIQRAzkckbYvfsb7Y/mov/1" allowfullscreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-05-15T15:45:31</issued>
    <title>O que esperar da nova Xbox?</title>
    <published>2013-05-15T14:56:55Z</published>
    <updated>2013-05-15T14:56:55Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Falta pouco, muito pouco, para finalmente sabermos o que nos reserva a Microsoft com a nova Xbox. Seja Infinity, 8, Next, 720 ou Durango, a verdade é que a polémica em torno da consola há muito que navega pela Internet à velocidade da luz. Já muito se disse sobre a consola, já pessoas foram despedidas por falarem sobre a consola, mas nada foi confirmado. Assim sendo, em jeito de preparação para o tão aguardado anúncio (que devem seguir aqui em tempo real no GameOver), pergunto-vos muito diretamente: prós e contras do que acham que vem aí? Logo vemos quem falha e quem acerta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://hothardware.com/newsimages/Item19220/Xbox_720_Controller.gif" alt="" width="500" height="474" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker8214"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker5835"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker1760"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-23T10:26:35</issued>
    <title>Criador de DayZ tira dois meses de férias para subir o Monte Everest</title>
    <published>2013-04-23T09:39:27Z</published>
    <updated>2013-04-23T13:48:15Z</updated>
    <category term="dean hall"/>
    <category term="dayz"/>
    <category term="bohemia"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://media.tumblr.com/1c170a788e233ba666816769d71166b4/tumblr_inline_mlapohIyV41qz4rgp.jpg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Bohemia tem uma equipa e tanto, devo dizer. Primeiro, foram dois produtores que estiveram presos durante mais de 120 dias na Grécia, acusados de espionagem. Agora, é a vez de o próprio criador da de DayZ, Dean Hall, tirar dois meses de sabática para subir o Monte Everest. Ou seja, durante um período tipicamente complicado do processo de produção, onde se estão a ultimar os últimos pormenores, o criador resolve estar fora durante dois meses para cumprir um sonho. Dean Hall &lt;a href="http://dayzdev.tumblr.com/" target="_blank"&gt;diz no post&lt;/a&gt;, onde fez a declaração da sua sabática, que esta ausência deve-se ao facto uma possível desistência o obrigar a perder perto de 100 mil dólares, e garante ao mesmo tempo que a equipa da Bohemia é suficientemente grande para não sofrer com esta ausência. Agora, será que o jogo não vai sofrer mais atrasos ou imprevisto por causa desta sabática? Gosto da ideia de poder concretizar um sonho antigo, mas não será demasiado arriscado?&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-05T10:10:56</issued>
    <title>Ou estamos ligados ou não jogamos!</title>
    <published>2013-04-05T09:38:19Z</published>
    <updated>2013-04-05T09:38:19Z</updated>
    <category term="xbox 720"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Anteriormente já tinham sido avançados rumores sobre a intenção de a Microsoft obrigar os jogadores a terem a sua consola sempre ligada à Internet. Mais recentemente, fontes anónimas terão informado o Kotaku de que a Microsoft está a ir um pouco mais longe. Desta feita, parece que ao final de um período de interrupção de três minutos na ligação à Web, a consola bloqueia aplicações e jogos, tentando nessa altura restaurar a ligação. Se nos lembrarmos dos problemas de que o SimCity foi alvo com uma medida semelhante, só podemos ficar, no mínimo, preocupados. Quantos de vocês não têm interrupções na vossa ligação lá em casa. A mim, acontece-me mais do que a Microsoft parece vir a admitir. E, a ser verdade, será que isto não altera as nossas convicções sobre a nova consola da Microsoft?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://img811.imageshack.us/img811/3667/xboxoy.jpg" alt="" width="550" height="210" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-26T10:25:20</issued>
    <title>"Há espaço para 10 grandes jogos por ano"</title>
    <published>2013-03-26T10:34:18Z</published>
    <updated>2013-04-05T10:06:49Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Jade Raymond, responsável pelos estúdios da Ubisoft Toronto disse numa entrevista que neste momento só "há espaço para 10 grandes títulos por ano", os chamados AAA ou 'triple A'. E de facto, com a proliferação dos jogos free-to-play e também das plataformas móveis, o espaço começa a ser reduzido para o velho conceito de negócio. E se ela também admite que vão continuar a haver jogadores a querer comprar este tipo de jogos, a verdade é que, com o acentuar da crise, os jogadores estão a ser cada vez mais seletivos. Significa ainda que cada vez menos as editoras poderão correr riscos, uma vez que ter um flop num projeto criado originalmente com orçamentos de um AAA pode ser desastroso. É bom não esquecer o que aconteceu à THQ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os chamados AAA terão de mudar, ou melhor, adaptar-se. E, para dizer a verdade, já estão a adaptar-se, sendo que as próximas Xbox e PlayStation terão um papel preponderante, seja através do modelo de free-to-play, ou de integração com telemóveis e tablets.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-12T14:50:41</issued>
    <title>PS4 continua na boca do mundo</title>
    <published>2013-03-12T16:04:25Z</published>
    <updated>2013-03-12T16:04:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;De facto, o anúncio da PS4 fez correr muita tinta e, mais ainda, pixéis. Hoje foi confirmado mais um facto a comprovar o grande hype que se está a criar em torno da PS4, neste caso, o de que o anúncio da PS4, com o teaser, e não a conferência, foi o mais visto no Youtube no mês de fevereiro. Ao tondo, entre publicidade paga pela Sony e visualizações voluntárias, o teaser de 1 minuto e 43 segundos ultrapassou os 26 milhões de visualizações. Para termos uma ideia de comparação, o segundo anúncio mais visto fio da Samsung Mobile, com 21 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posto isto, e pelo menos até a um anúncio da próxima Xbox, a verdade é que as atenções continuam focadas na próxima PlayStation. E vocês, estão ansiosos com a PS4 ou acham que é um hype que se vai esvanecer nos próximos tempo?&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-01T11:58:05</issued>
    <title>A violência vende cada vez mais</title>
    <published>2013-03-01T12:34:22Z</published>
    <updated>2013-03-01T13:03:04Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://1080hdwallpaper.com/wp-content/uploads/2013/02/2013_lara_croft_tomb_raider-wallpaper.jpg" alt="" width="603" height="339" /&gt;Tudo parece estar mais e mais violento, e não é só nos jogos. Claro que é fácil dizer que os jogos sempre foram violentos, e nem vou falar saber o que muitos dizem sobre as influências na vida real. Neste caso em concreto, refiro-me à violência cada vez maior que estamos a ver um pouco por todo o lado. Senão reparem, na televisão, entre as séries mais populares do momento temos Game of Thrones e The Walking Dead (quem ainda não viu, devia, porque vale a pena), enquanto nos jogos, títulos como os novos Tomb Raider (contem com a análise muito em breve) e Splinter Cell: Blacklist dão nas vistas com momentos que quase nos fazem sentir dor. E estes são apenas alguns dos muitos exemplo que podíamos dar. A verdade é que, mesmo sabendo que a violência vende, parece haver cada vez menos censura (se é que lhe podemos chamar censura), sobre o que é mostrado aos jogadores. E também é verdade que a audiência parece gostar... vocês gostam?&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-02-22T10:58:19</issued>
    <title>A PS4 nas nuvens</title>
    <published>2013-02-22T11:16:43Z</published>
    <updated>2013-02-22T11:16:43Z</updated>
    <category term="ps vita"/>
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    <category term="nuvem"/>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Finalmente a PS4 foi anunciada. E nem acho que tenha havido grandes surpresas. Talvez a única surpresa seja mesmo essa, a Sony ter optado por não “inventar” ou “complicar” as coisas. Devo dizer que me pareceu tudo muito bem estudado. Estas conferências são sempre muito estudadas, mas esta pareceu-me particularmente cirúrgica. Quer no que foi dito e mostrado, como nos timings.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do que foi dito, gostei da vertente nuvem. A compra do Gaikai ainda não foi há um ano, mas a estratégia da PlayStation já parece muito bem definida e implementada. A PS4 está em condições de mudar alguns paradigmas, seja as demos, que deixam de existir tal como as conhecemos, como na componente social que vão dar aos jogos ou na intenção de fazer da nuvem a retrocompatibilidade total com todo o catálogo de jogos PlayStation. E depois ainda há o streaming dos jogos PS4 para a PS Vita, que sendo como que uma cópia do Off-TV da Wii U, acaba por ser muito bem vindo. Será que também vão apostar na jogabilidade assimétrica?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, o timing. Numa altura em alguns indicadores mostram que a Wii U não terá tido os resultados desejados pela Nintendo, e numa altura em que pouco se tem dito sobre a Xbox 720 (tirando alguns rumores), a Sony consegue criar um hype como há muito não se tinha criado, lançando alguns dados (sem espantar muito, mas também sem desiludir), fazendo crescer a ansiedade para o que será revelados nos próximos tempo, em especial na E3. Felizmente, vamos estar lá e a acompanhar tudo em tempo real para o GameOver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E vocês, o que acharam do anúncio da PS4?&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Rogério Jardim</name>
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    <issued>2013-02-18T10:04:41</issued>
    <title>A retrocompatibilidade da PS4 será na nuvem</title>
    <published>2013-02-18T10:08:31Z</published>
    <updated>2013-02-18T18:31:05Z</updated>
    <category term="cloud"/>
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    <category term="gaikai"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A retrocompatibilidade da PS4 será na nuvem&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de amanhã, dia 20 de fevereiro, a Sony faz a sua conferência de imprensa onde todos esperam ver revelada a PS4. Pessoalmente, acredito que esta conferência vai focar-se mais em serviços PlayStation. E um desses serviços, aquele que acredito ser o que mais atenção vai merecer é a “nuvem”. Esta será a altura certa para justificar os mais de 300 milhões de dólares gastos pela Sony na compra do Gaikai (serviço de jogos cloud) em julho do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E, também, porque os responsáveis da Sony fazem uma alusão ao futuro da PlayStation com o na preparação para esta conferência, faz-me olhar mais ainda para a PlayStation enquanto plataforma de jogos mais universal do que uma consola em si. Depois, se pensarmos que nestes últimos meses a Sony tem apostado forte na divulgação do serviço PS Plus, com promoções de subscrição que oferecem grandes jogos quase todos os meses, só podemos supor que nos estarão a preparar para alguma coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, &lt;a href="http://gameover.sapo.pt/artigo/jogos-da-ps3-na-nova-playstation"&gt;surgiu hoje um rumor&lt;/a&gt;, vindo do Wall Street Journal, que aponta para a possibilidade de a Sony pretender disponibilizar jogos em stream, a começar pelos jogos da PS3. A acontecer, a Sony poderá falar da PS4 como a consola que mais títulos teve disponíveis desde o seu dia de lançamento, com um catálogo muito tentador a qualquer jogador.&lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="400" height="350" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/QYjuE7QjE5btTiJiCzbG/mov/1" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;embed width="400" height="350" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/QYjuE7QjE5btTiJiCzbG/mov/1" allowfullscreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-02-06T14:53:55</issued>
    <title>Jogos usados, sim ou não? Talvez… parte II</title>
    <published>2013-02-06T14:59:03Z</published>
    <updated>2013-02-06T14:59:03Z</updated>
    <category term="ps4"/>
    <category term="xbox 720"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;No último post defendi que a Sony não teria, à partida, interesse em bloquear jogos usados na PS4, isto a propósito da patente que registaram que permitia a identificação de jogos em segunda mão. Um dos argumentos foi o de que a concorrência da Sony, leita-se Microsoft e Nintendo, não pareciam estar para aí viradas. Hoje, segundo uma fonte da Revista Edge, escapam várias informações sobre a Xbox 720 e uma delas aponta para a intenção da Microsoft bloquear jogos usados. Ou seja, neste momento, duas das três grandes gigantes da nova geração parecem estar a apontar para o mesmo lado e a ponderar seriamente algo que, certamente vai continuar a dar mito que falar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu, pessoalmente, quero continuar a acreditar que estes “bloqueios” tem de trazer alguma mais-valia, algum tipo de prémio. A ver vamos…&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-31T10:47:47</issued>
    <title>Jogos usados, sim ou não? Talvez...</title>
    <published>2013-01-31T10:51:29Z</published>
    <updated>2013-01-31T10:51:29Z</updated>
    <category term="ps4"/>
    <category term="jogos usados"/>
    <category term="xbox 720"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Muitos se recordarão que, recentemente, a Sony registou uma patente referente a uma tecnologia que terá a capacidade de identificar a utilização de jogos usados. Claro que as primeiras reações foram as que se esperavam, tendo-se rapidamente começa a extrapolar que podia significar que a Sony iria bloquear jogos usados na PS4. Pessoalmente, não acredito nisso. Até porque, tendo em conta que nenhuma das concorrentes (leia-se Wii U e Xbox 720) pareça optar pelo mesmo caminho, isso significava que a Sony estaria a “mandar” para a concorrência muitos dos seus jogadores. A experiência tem-me ensinado que, especialmente nesta indústria, nem tudo é o que parece. Por isso, pensado mais um pouco, só posso concluir que a Sony, quanto muito, quererá ter uma forma de, por exemplo, premiar os jogadores que compram os jogos novos ou, por outra, penalizar quem contribui para o negócio dos jogos usados (negócio esse onde Sony, Microsoft ou Nintendo não ganha dinheiro de forma direta). Assim sendo, a questão é mais “Será que a Sony deve premiar os jogadores que compram os jogos novos? Penalizando, por oposição, quem opta por jogos usados?” Pessoalmente, acho que sim, embora a o termo penalização possa ser demasiado forte. E concordo com esta medida porque, note-se, que os jogos, ao contrário de um carro, por exemplo, não perdem qualidades com o passar do tempo, ou seja, na prática é sempre o mesmo jogo, desde que foi lançado até 20 anos depois. Por isso, sim, não me choca que premiam quem opta por investir num jogo novo, pagando mais por isso. Mas atenção é bom que haja equilíbrio na forma de premiar, caso contrário a coisa pode correr muito mal.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-23T09:57:35</issued>
    <title>O jogos são para todas as idades, literalmente!</title>
    <published>2013-01-23T10:12:35Z</published>
    <updated>2013-01-23T10:12:35Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Cheguei hoje de umas férias e deparei-me logo com esta notícia "&lt;a href="http://gameover.sapo.pt/artigo/mulher-de-86-anos-joga-videojogos-para-manter-mente-ativa" target="_blank"&gt;Mulher de 86 anos joga videojogos para manter mente ativa&lt;/a&gt;". Ao mesmo tempo lembro-me como há uns dias a minha própria avós, de 85 anos, reagia com entusiamos ao tablet que lhe mostrei. Nós sabemos que os jogos existem para todas as idades e que a tecnologia não é um bicho de sete cabeças, no entanto, é sempre delicioso ver como uma pessoa como a srª Hilda Knott escolhe passar os seus tempos livres. Inevitavelmente, e por comparação, lembro-me como a grande maioria dos idosos passam o seu tempo livre, pelo menos cá por Portugal e pergunto-me, será que aqueles "fantásticos" programas da tarde conseguem ser melhor entretenimento que um bom jogo? Duvido. E mesmo que muitos possam se desculpar com o facto de não estarem muito a par da tecnologia, então que se dê o exemplo de Hilda.&lt;br /&gt;Eu costumo dizer que há um jogo para todos, mas que muitos só não sabem qual. Cabe-nos então a nós ajudar na escolha, para que todos, incluindo idosos, possam passar os seus tempos livres com mais e novas experiências, que os consigam fazer sentir-se verdadeiramente ativos.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-10T11:49:34</issued>
    <title>A locura dos anúncios de consolas</title>
    <published>2013-01-10T11:49:51Z</published>
    <updated>2013-01-11T17:30:49Z</updated>
    <category term="esfere"/>
    <category term="ouya"/>
    <category term="ps4"/>
    <category term="project shield"/>
    <category term="piston"/>
    <category term="xbox 720"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;De facto, os Deuses da indústria da tecnologia/videojogos só podem estar loucos. Nestes últimos tempos temos assistido a anúncios de novas consolas quase todas as semanas, tanto que quase perdemos a conta de quem anunciou o quê. A Valve então, só ela, contribuiu para um aumentar de confusão sobre estes anúncios. Primeiro disseram que era preciso inovar no hardware, depois confirmaram que estavam a trabalhar em novo hardware e, mais recentemente, anunciaram o apoio a um novo tipo de PC, modelar, criado pela Xi3, denominado por Piston. Feitas as contas, toda a gente pensava, e eu não fugi à regra, que esta era a tal peça de hardware de que falavam, pensada para correr jogos PC através do interface do Steam. Mas depois, em entrevista, o Presidente da Valve, Gabe Newell afirma que, afinal, este PC modelar ainda não é o projeto da Valve, remetendo novidades sobre o seu projeto para mais tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A juntar a esta confusão, ainda temos a Nvidia a apresentar um consola portátil também, a Project Shield. Por fim, se juntarmos a Ouya e a eSfere (embora esta última parece ter morrido à nascença), e as gigantes PS4 e Xbox 720, só podemos concluir que alguém terá de ficar pelo caminho. Eu sou o primeiro a dizer que há sempre espaço para novos "players", mas esse espaço depende da inovação que se possa trazer, pelo que parecendo todos tão diferentes, não me parece viável que todos tenham sucesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o lado melhor disto tudo é que, numa altura que se fala em crise no sector, nunca se viu tantos anúncios de hardware. Quem virá a seguir é pergunta que se coloca agora.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-07T09:06:23</issued>
    <title>Made in Portugal</title>
    <published>2013-01-07T09:45:48Z</published>
    <updated>2013-01-07T09:45:48Z</updated>
    <category term="a walk in the dark"/>
    <category term="flying turtle"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Recentemente tivemos a oportunidade de jogar aqui na redação mais um jogo criado em Portugal - A Walk in the Dark. Este jogo é o perfeito exemplo de que a boa execução de uma boa ideia pode estar ao alcance de qualquer um, tanto assim é que decidimos incluir este jogo na lista de melhores &lt;a href="http://gameover.sapo.pt/artigo/top-10-os-melhores-jogos-indie-de-2012"&gt;títulos indie do ano&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem ainda não teve a oportunidade de o experimentar, trata-se de um jogo de plataformas side-scroller que puxa pela perícia dos jogadores ao seu limite, seguindo uma jogabilidade da velha guarda, vestida por um design agradável e cativante. A nossa análise está para breve, mas até lá convido-os a ver o vídeo ou, se estiverem interessados, a visitar o site &lt;a href="http://a-walk-in-the-dark.com/" target="_blank"&gt;oficial do jogo,&lt;/a&gt; ou até a comprá-lo, uma vez que são 5€ que trazem alguns bons momentos de diversão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, resta-me desejar a melhor sorte aos responsáveis da Flying Turtle e esperar que consigam votações suficientes no Greelight para que chegue a ser distribuído no Steam.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-04T10:03:14</issued>
    <title>A Xbox 720 está cada vez mais perto!</title>
    <published>2013-01-04T10:13:39Z</published>
    <updated>2013-01-04T10:13:39Z</updated>
    <category term="xbox 720; microsoft; ps4; sony"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;À medida que nos aproximamos da E3 deste ano, surgem cada vez mais rumores sobre a sucessora da Xbox 360. E, de facto, depois de nada ter mostrado no ano passado, altura em que a Nintendo apostou forte na Wii U, só podemos esperar que a Microsoft vá apresentar a sua nova consola. &lt;a href="http://gameover.sapo.pt/artigo/microsoft-prepara-nova-consola-para-2013" target="_blank"&gt;Esta contagem decrescente &lt;/a&gt;é bem explícita quanto às intenções da empresa norte-americana. Mais, tendo em conta o que fez com a Xbox 360, até me parece que tenhamos uma nova Xbox ainda este ano. Resta então saber se a Sony, além de anunciar também a sua consola, venha a apostar no lançamento da PS4 poucos meses depois, algo que não é propriamente habitual na estratégia da gigante japonesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Certo é que estaremos na fila da frente em LA para assistir às novidades. &lt;img title="{#emotions_dlg.happy}" src="http://blogs.sapo.pt/tinymce/0.3/plugins/sapoemotions/img/EMOTICON_HAPPY.png" alt="{#emotions_dlg.happy}" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-02T10:26:16</issued>
    <title>Parece que chegou um novo ano!</title>
    <published>2013-01-02T10:26:46Z</published>
    <updated>2013-01-02T10:26:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;O primeiro post de 2013 não podia mesmo deixar de incluir os óbvios "Bom ano novo, que todos os vossos desejos se concretizem e, continuem a jogar tanto quanto possível." E, na verdade, estes desejos nunca terão tido tanto significado nos últimos anos como agora. A maldita crise está a deixar tudo em péssimo estado e, a nós muito reticentes sobre o que aí vem.&lt;br /&gt; Assim sendo, olhemos para 2013 como sendo um novo jogo, que apenas nos permite jogar em modo hardcore, sem mais opções. Claro que nós, sendo jogadores, não voltamos costas a um bom desafio, por isso, venha lá esse novo jogo exigente porque nós estamos cá para o jogar.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-12-11T12:51:08</issued>
    <title>Jogadores improváveis</title>
    <published>2012-12-11T12:54:28Z</published>
    <updated>2012-12-11T12:54:28Z</updated>
    <category term="wii u; super mario bros u."/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Está-se a aproximar aquela altura do ano em que tendemos a jogar mais em família aqueles jogos mais casuais, tipicamente de música, dança e etc. No entanto, passei no último fim de semana por uma sessão de jogo que nunca pensei ser possível. Quatro pessoas com gostos e idades diferentes passaram duas horas a jogar juntas, e não foi a cantar ou a danar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este grupo de jogo era composto pela minha esposa, que está na casa dos 30 anos (não se deve dizer a idade de uma senhora) que raramente passa 10 minutos a jogar; pela minha filha de cinco anos, que parece sair ao pai e que adora consolas portáteis; e, por fim, eu e mais um familiar jogador, fã incondicional de Mario de 22 anos. O resultado foi, portanto, a sessão de duas horas de jogo, que terminou à uma da manhã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devo dizer que já jogo há mais de 20 anos e que já partilhei experiências com muita gente, mas nunca com um grupo tão heterogéneo e, muito menos, durante tanto tempo. A razão por isto ter acontecido deve-se à jogabilidade assimétrica de Super Mario Bros U, onde a minha filha, desprovida da mesma destreza manual de jogadores mais avançados, e a minha mulher, menos habituadas a estas andanças, acabaram por conseguir participar numa experiência que de outra forma não participariam. E isso foi fantástico.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-11-16T15:15:17</issued>
    <title>Mais um recorde batido</title>
    <published>2012-11-16T15:17:21Z</published>
    <updated>2012-11-16T15:17:21Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;É verdade que era de prever que Black Ops II batesse recordes de vendas, mas não desta maneira, especialmente considerando a crise por que passamos. A verdade é que em apenas 24 horas a Activision terá faturado qualquer coisa como 500 milhões de dólares, batendo os 400 milhões do ano passado para o mesmo período, conseguidos pelo Modern Warfare 3. Isto representa um crescimento de 20%. E isto é verdadeiramente impressionante. Algumas contas estão a apontar para o facto da série da Activision já ter gerado mais que toda a série de filmes Star Wars ou Harry Potter, por exemplo. Claro que isto só pode ser bom para a indústria, pelo menos à primeira vista. No entanto, considerando que o mercado até está a decrescer, isto significa que os grandes nomes como Call of Duty, FIFA, PES, entre outros, estão a vender mais, e que os restantes títulos estão a vender menos. Ou seja, enquanto uns sobem, outros descem e aumentam assim os riscos das editoras com estruturas mais pequenas. E isto pode ser mau. Felizmente está aí a chegar a próxima geração, com a Wii U a se antecipar à concorrência. Esperemos que isto signifique um “boom” o mercado, positivo para todos.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-11-13T14:21:50</issued>
    <title>O preço dos jogos gratuitos</title>
    <published>2012-11-13T15:39:17Z</published>
    <updated>2012-11-13T16:29:49Z</updated>
    <category term="jogos gratuitos"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;São vários os sucessos de jogos que usam o facto de ser gratuitos para chamar à atenção e, logo de seguida, recorrer a publicidade ou aquisições de itens por micro-transação para conseguir ganhar dinheiro. Um dos vice-presidentes da Electronic Arts veio a público &lt;a href="http://gameover.sapo.pt/artigo/mercado-sera-totalmente-free-to-play" target="_blank"&gt;dizer que também acredita num futuro com jogos gratuitos.&lt;/a&gt; Pessoalmente, concordo com ele. No entanto, o velho ditado de que "alguém tem de pagar a conta" não pode ser esquecido. Resta saber apenas que tipos de contas estaremos dispostos a pagar. Eu gosto de acreditar que o segredo está em não ser agressivo. Ou seja, se a publicidade num jogo for colocada de forma muita subtil ou totalmente contextualizada, não vai incomodar nada. Lembro-me de no outro dia estar a ver House e notar que havia uma publicada clara a uma marca de carros. E neste caso em concreto, acho que foi mesmo o limite entre o subtil e forçado. Por isso não me incomodou, tal como não me incomodaria num qualquer jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Depois há as micro-transações. Aqui, acho que acrescento uma segunda regra, a de não beneficiar quem opta por gastar dinheiro. Como saberão, grande parte das ditas micro-transações são feitas para permitir aos jogadores comprarem algum tipo de conteúdo, que podem ser armas, por exemplo, ou alguns melhoramentos para personagens ou até aceleração de processos de evolução. O importante é manter o equilíbrio entre quem opta por jogar sem gastar e aqueles que preferem acelerar a sua evolução no jogo, não se importante de contribuir com dinheiro real.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Posto isto, desde que seja algo completamente natural e lógico, acho que sim, que os jogos podem muito bem ser gratuitos. Só ia contribuir para o crescimento da indústria e para a chegada de novos jogadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Certo é que, gratuitos ou não, vou continuar a jogar. E espero que vocês também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-10-04T19:15:43</issued>
    <title>Em aquecimento</title>
    <published>2012-10-04T18:21:40Z</published>
    <updated>2012-10-04T18:21:40Z</updated>
    <content type="html">Como já se aperceberam os utilizadores habituais do site, o GameOver tem um novo parceiro. Nem mais nem menos que a BGamer, a mais antiga revista portuguesa de videojogos ainda em publicação. O parceiro ideal para o mais antigo portal português de videojogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanho a BGamer desde o seu lançamento, enquanto leitor, e conheci profissionalmente boa parte da sua equipa ao longo de todo este tempo. Tendo trabalhado no GameOver desde a sua conceção, receber agora esta equipa fantástica como parceira é como receber em casa um velho amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderão continuar a contar com conteúdos de qualidade todos os dias. Esta semana foi o aquecimento; para a próxima semana podem esperar uma avalanche de novos conteúdos. Até porque a tradição ainda é o que era e os meses que antecedem o Natal continuam a ver um ritmo vertiginoso de novos lançamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contém connosco para ficarem a par de todas as novidades!</content>
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    <issued>2012-09-28T19:13:47</issued>
    <title>Adeus / Olá</title>
    <published>2012-09-28T18:34:32Z</published>
    <updated>2012-09-28T18:34:32Z</updated>
    <content type="html">O Bruno vai-se embora. Depois de um ano em que esteve ao leme dos conteúdos do GameOver, fecha-se mais um ciclo na história deste que é o mais antigo portal de jogos de Portugal. Fecha-se um ciclo e começa um novo, que acreditamos será ainda melhor. O GameOver não para e na segunda-feira cá estaremos com as notícias, os vídeos e tudo o mais sobre o mundo dos videojogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixemos as apresentações da nova equipa para segunda-feira. Hoje deixo um abraço e um agradecimento ao Bruno pelo excelente trabalho que fez e votos de sucesso nos novos projetos que vai abraçar. Até breve e joga muito!</content>
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