Que boas memórias me traz. Para além de ter sido dos primeiros jogos que joguei, foi também dos primeiros que programei em Pascal, com muitas matrizes e somas e subtrações.
O Pascal está ultrapassado, mas o Tetris é intemporal e ainda hoje é sinónimo de horas de vício e muita diversão!
Vai um joguinho?
A Comic Con de Nova Iorque já veio e já foi.
Qualquer feira ou conferência geek/nerd traz de arrasto o cosplay, com gente mascarada de tudo e mais alguma coisa, desde meninas dos jogos a Transformers e naves do Star Wars.
Esta é uma das minhas favoritas. Pela simplicidade e acima de tudo pela estratégica colocação da peça em relação à anatomia masculina.
Não sei se o senhor - que na verdade pode ser uma senhora - está a compensar a falta de alguma coisa ou a arranjar espaço para algo. Incontornável é o facto (obrigado acordo ortográfico que não fizeste cair o 'c'...) de o fato (...senão esta frase ia ficar mais estranha ainda) dar a ideia de que se passam coisas suspeitas no interior...
Enfim. Já faziam era um jogo de Tetris com pernas. Era giro ver as peças com umas perninhas a andarem de um lado para o outro do ecrã muito aflitas e com medo de levarem com outra peça em cima.
Tenho de começar a fazer jogos com estas ideias e partilhá-los aqui.
Decorar a parede de uma sala não é tarefa fácil. Pendurar quadros então tem mesmo muito que se lhe diga.
Aplicar papel e decalques pode estar na moda, mas também ainda não me convenceu.
Mas eis senão quando me deparo com a ideia da foto abaixo: uma parede em homenagem ao velhinho e sempre viciante Tetris.
Digam lá que não é catita? Talvez experimente cá por casa, quem sabe.
É segunda-feira, dia com o qual mantenho uma má relação há vários anos a esta parte. Assim sendo, tenho de me compensar com coisinhas giras mas absolutamente desnecessárias.
Quero com isto dizer que um dos três objectos abaixo colocados poderiam ajudar a melhorar este período de vinte e quatro horas. Uma peça de bolo também.
O hoddie Pac-Man é especialmente engraçado, pois traz a garantia de provocar dores de cabeça a quem tenha o azar de lhe colocar os olhos em cima. O relógio Game Boy é giro, mesmo tendo aspecto que se estraga após três minutos e nove segundos no pulso. E candeeiro construído em vitral, com a forma do capacete de Boba Fett... pois lá teria de ser...
Mas o bolo é que me mata, tenho de confessar. Fazia um Tetris em menos de cinco segundos. Seriam quatro linhas deglutidas em simultâneo. Certo e garantido.
Tetris é Tetris. Tetris é um dos melhores jogos de sempre. Tetris tem direito a campeonato do mundo. E o campeonato do mundo de Tetris teve direito a documentário.
O evento aconteceu em Agosto passado, em Los Angeles, juntando os melhores entre os melhores da obra máxima de Alexey Pajitnov. E até o ícone russo esteve presente.
Adam Cornelius captou o momento para a posteridade, realizando um documentário chamado "Ecstasy of Order: The Tetris Masters". E pelo trailer colocado em baixo, parecem ser dezenas de minutos extremamente interessantes.
Ecstasy of Order: The Tetris Masters Full Trailer from Adam Cornelius on Vimeo.
Este não me vai escapar. Nem por sombras. Adoro Tetris. Tipo amor eterno, ainda por cima.
Até assistir ao vídeo que se segue, pensava que jogava Tetris razoavelmente bem. Estava equivocado. Terrivelmente equivocado.
O protagonista mostra o que vale na versão Facebook do clássico de Alexey Pajitnov. E vale muito. Tipo uns milhares de milhão ou coisa que o valha. Está muito para lá de dominar o jogo.
A velocidade com que encaixa as peças é quase inacreditável. A perfeição da actuação é espantosa. E a velocidade com que mexe os dedos praticamente que nem dá para ser captada pelo olho humano. Obviamente que se encontra em primeiro lugar, à frente dos seus quarenta e seis amigos. Muito à frente.
Fico sempre em baixo ao assistir a vídeos como este. Arruinam por completo algumas das certezas do meu dia-a-dia. Que seca...
Agora que a nossa Selecção foi eliminada do Campeonato do Mundo, viremo-nos para o futebol americano. Ou melhor, para um espectáculo colocado em cena durante o intervalo de um jogo da NFL.
E diga-se que o espectáculo em questão é um autêntico mimo, rivalizando com qualquer actuação realizada num Vídeo Games Live. Impressionante e magnífico, acreditem.
Durante seis minutos, uma banda composta por muitas dezenas de elementos tocou temas vindos do universo dos vídeojogos, temas esses acompanhados por uma coreografia verdadeira inacreditável, que "desenha" Pong, Tetris, Mortal Kombat, Pokémon, The Legend of Zelda e Super Mario no relvado do estádio. Lindo!
Sem palavras. Gostei. Muito. Muitíssimo. Ou seja, adorei. Ponto final.
A redacção do GameOver é fã incondicional das composições do Shiryu. É um facto. Também é um facto que El Shir acaba de lançar um novo CD. Assim sendo, é igualmente um facto que ficámos realmente contentes. Factos, portanto.
Com o título Shiryu's Arcade Volume 1, trata-se de um álbum composto por treze tributos a clássicos que passaram pelo Game Boy, Super Nintendo, Megadrive, Commodore Amiga e salas de arcadas.
Streets of Rage 2... Super Mario Land... Super Aleste... Axelay... Midnight Resistance... Gradius III... Tetris... são apenas alguns das obras homenageadas. E que excelentes obras. E que grande CD, do qual veio o vídeo que se segue, criado por Shiryu exclusivamente para o GO. Lindo!
E agora que seja rapidamente lançado o Volume 2. Depressa. Muito depressa! Enquanto isso não acontece, cliquem aqui para fazerem o download do novo CD e aqui para visitarem a página oficial da música do Shiryu.
Excelente! Brilhante! Soberbo! É "PIXELS", a curta-metragem realizada por Patrick Jean.
Trata-se de um filme catástrofe muito especial, onde Nova Iorque é novamente arrasada. Desta vez, os causadores da derrocada da Cidade que Nunca Dorme são personagens e objectivos vindos da geração 8-bits, responsáveis por transformar em pixéis tudo aquilo onde tocam.
E o resultado é visualmente magnífico. Realmente muito, muito bom. Space Invaders, Pac-Man, Donkey Kong, Tetris, Frogger, Pong... uma homenagem perfeita à geração old-school! Amei! Mas tanto, tanto!
Patrick Jean ainda encontrou espaço para uma piscadela de olho à Commodore, Atari, Ocean (na qual o logotipo da produtora de Jean é baseado) e Psygnosis. Lindo! *Vénia*
Há senhores com muito jeitinho de mãos e uma elevada dose de tempo livre. Muitas vezes, a junção destes dois factores tem resultados realmente saborosos. É o caso do vídeo que se segue.
Trata-se de uma portátil NES, construída num cartucho da consola Nintendo, que corre a emulação de uma resma de jogos 8 bits, isto para além de ter uma boa dose de funções extra.
Para exemplificar a sua máquina, o senhor corre clássicos como Super Mário Bros. e Tetris, escolhas vindas de um longo menu de pequenas/grandes delícias. Excelente!
Quero uma. Talvez mesmo duas. E que venha uma versão Super Nintendo e outra MegaDrive, se faz favor.
As ruas de São Francisco foram palco de uma homenagem muito especial a Tetris. E Tetris bem merece.
Durante uma sessão nocturna de pranchas do asfalto, Trinta e seis skaters deram uso à versão néon das peças do jogo de Alexey Pajitnov e rolaram por uma das muito inclinadas avenidas da cidade californiana.
O resultado foi gravado em vídeo, tendo assim ficado para a posteridade, pecando apenas por não ter sido utilizada a Música A da versão Game Boy de Tetris. É pena...
Também é pena que as peças não encaixem, mas não se pode ter tudo. Talvez para o ano. Ou depois...
Tetris fez 25 anos. Está crescido. Já é um homem. E continua a ser a boa pessoa que sempre foi. Tão lindo.
Para festejar o momento, aqui fica um vídeo dedicado à obra de Alexey Pajitnov, um dos jogos que continua a ter um lugar muito, muito especial junto ao meu coração.
Na verdade, não exagero se disser que pertence ao trio que levaria comigo para uma ilha deserta. E a versão escolhida seria o clássico criado para o saudoso Game Boy original. Coisinha mais linda!!!
Parabéns a Pajitnov. Parabéns a Tetris. E um enorme obrigado, acompanhado por um punhado de beijinhos.
Conversando com a MTV, 50 Cent deu a conhecer os seus jogos preferidos. E quando estávamos à espera que Gears, Halo ou GTA fossem mencionados, eis que o senhor fala em... Tetris e Pac-Man.
Parece que 50 tem uma paixão por clássicos, passando horas e mais horas agarrado à máquina de arcadas da bolinha amarela. E a sua paixão é grande, ao ponto de ter igualmente adquirido o caixote de Mrs. Pac-Man.
Mas as revelações não se ficam por aqui. Eminem também é um incondicional do jogo, tendo colocado a respectiva máquina nos seus estúdios de Detroit, objecto que proporciona duelos entre os dois gigantes do hip hop. Mas segundo 50 Cent, parece que “Slim Shady” utiliza métodos menos próprios para vencer as partidas. E diz isso de tal forma sentida, que pouco faltou para que lhe viessem lágrimas aos olhos. Ohhhhhhhh...
Como deverão ter reparado, Eminem não aldraba. Basicamente, é melhor. Muito melhor. Joga mais, decorou o que tem de ser decorado, derrotando assim a enorme massa de músculos. Ohhhhhhhh... como se não bastasse a humilhação de um angolano lhe ter roubado o colar durante um concerto em Luanda. Ohhhhhhhh...
O pessoal da Cena já lançou um novo vídeo da série “Aleixo no Hospital”. E já chorei a rir à sua conta.
A sucessão de frases surreais é absolutamente magnífica, com o episódio chegado hoje a voltar a meter jogos ao barulho. Desta vez não há MegaDrive e Street Fighter II para ninguém, com o protagonismo a recair sobre Tetris e o clássico Serpente, um dos ícones dos telemóveis Nokia.
Pelo meio, ainda falam de Super Maxis, Calipos, matrecos, doutores palhaço, rins e ardor ao urinar, resultando em quase 5 minutos imperdíveis.
Não há nada a fazer, sou um fã incondicional do João Filipe, João Carlos e Pedro Jorge. O melhor do humor nacional, sem qualquer dúvida!
Com os vídeojogos na ordem do dia em Inglaterra, surgiu um anúncio inacreditável num conhecido site de casting.
Assim sendo, quem conseguir provar que os jogos foram os grandes responsáveis por ter enveredado por uma vida ligada ao crime, contando uma bela história de vida na primeira pessoa, poderá ganhar centenas de libras. O anúncio foi colocado por um jornal britânico, obviamente.
“Mario levou-me a espancar a minha irmã e a violar o cão da vizinha” – 200 libras
“Tetris transformou-me num necrófilo” – 300 libras
“Football Manager 08 obrigou-me a comer a perna da minha namorada” – 400 libras
“Jet Set Willy transformou-me num traficante de órgãos humanos” – 500 libras
“Passei um sinal vermelho por causa de GTA IV” – 30000 libras com direito a peça de reportagem em tudo quanto é estação de televisão
Portanto, se são meliantes com uma boa história de vida para contar e moram no Reino Unido, sigam este link e tentem a vossa sorte.