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Na passada sexta-feira, os vídeojogos tiveram novamente direito a uma peça de reportagem em pleno Jornal Nacional. Desta vez, o tema escolhido passou pela diversão para toda a família.
O jornalista entrevistou crianças, adolescentes, jovens adultos e pais. Todos eles apaixonados por jogos. Tudo em horário nobre.... e em plena Semana Santa. Ou seja, um boa forma de se exorcizar o mito de que as forças demoníacas habitam dentro das consolas, tendo como objectivo tomar de assalto a alma dos mais novinhos.
Durante a referida peça, as imagens escolhidas mostraram quase exclusivamente máquinas e jogos Sony. PSP... PS3... PS2... mais PS3... um pouco de PS2... PSP... alguém a comparar uma PS3.
Presente esteve também um elemento da indústria, sendo esse elemento pertencente à divisão lusitana da Sony – embora não tenha aparecido como tal, nem tenha feito qualquer alusão às “suas” máquinas. A filmagem... na Playhous3, obviamente.
Definitivamente, somos um país PlayStation. E continuaremos a sê-lo. É o efeito pescadinha de rabo na boca. Há mais PS... portanto, as reportagens casuais falarão mais de PS... portanto, mais PS serão vendidas devido às reportagens... portanto, mais PS haverá no mercado português... portanto...
E este facto é notório no termo utilizado por muitos pais: “Ele está no quarto a jogar PlayStation”, independente de “ele” poder estar ao comando de uma Wii ou Xbox 360.
É a enorme força de um branding, que dificilmente perderá terreno no nosso país.
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