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O blog oficial do GameOver. Participa!
Há mais de oito anos nestas andanças já fui a tudo que é evento. Uns muito divertidos, outros que se aguentam e a outros que são imediatamente esquecidos. Os factores para esta distinção são mais que muitos, mas destacam-se o jogo em causa e as actividades levadas a cabo para a respectiva promoção.
Um dos mais recentes insere-se na primeira categoria e disse respeito aos novos MySims. Como já vem sendo hábito, a EA esmerou-se e proporcionou uma tarde bem animada. Confesso que passar a matiné de sábado a trabalhar não era dos melhores planos, mas acabei por – ok, mais uma vez! – surpreender-me e viajar até aos já tempos idos da infância. Para além de tirar fotos com a bonecada, não resisti ao lanchinho disposto na tenda montada na Casa do Gil. Pipocas, batatas fritas, bolinhos, chupa-chupas e outras iguarias fizeram as minhas delícias. E, assim, tal criança em lanche de aniversário, alambazei-me até mais não.
Mas mais importante que estas minhas considerações é mesmo o facto de parte das receitas das vendas dos novos MySims (Wii, DS e PC) reverterem para a Fundação do Gil. Como já anunciámos, ao comprarem um dos jogos até final do ano estão a dar um euro para a instituição de apoio a crianças e jovens obrigados a passar longos períodos de internamento em hospitais.
E o melhor da festa foi mesmo ver a alegria dos petizes agarrados aos comandos, a brincarem com os Sims e – tal como esta adulta gulosa – a deliciarem-se com o lanchinho. Confesso que o meu instinto maternal não é lá dessas coisas, mas não contive uma lagrimita ao perceber que aqueles petizes iam ter um Natal mais feliz graças à Wii e aos jogos oferecidos. Porque afinal, e como todos sabemos, nem todos têm acesso a estes pequenos luxos tão corriqueiros para tantos de nós...
Depois de meses e meses a sacar vídeos e a escrever notícias sobre Guitar Hero, confesso que dias houve em que a saga me chegou aos nervos. “Mais um vídeo disso?!”, “Mas agora é só essa coisa?” eram algumas das frases que proferia perante a horda de informação.
A agravar a ansiedade estava o facto de não entender lá muito bem a razão de tanta euforia. Mas qual era a piada de estar ali com uma guitarrinha de plástico na mão a fazer figuras tristes? Eis senão quando… entrou em cena o ditado “Pela boca morre o peixe”.
Na impossibilidade do luxxx ir ao evento de World Tour, coube-me a mim a tarefa. Confesso que entrei em pânico e a depressão tomou-me de assalto. Como não me restava outra alternativa lá experimentar uma edição anterior do joguinho.
E claro que tive de me render às evidências. Foram seis horas sem parar agarrada ao instrumento, entre telefonemas despachados, trabalhos adiados e refeições pela falta das quais nem dei conta. “Agora não me falhas, maldito acorde!”, “É desta que experimento a dificuldade seguinte!”. E foi assim que se passou um belo domingo, um serão de segunda, o de terça…
Volvido tanto treino, tenho de ser sincera: Guitar Hero rocks! É óbvio que não sou nenhum Jimi Hendrix de saias, mas pelo menos aprendi uma lição e deverei passar a pensar duas vezes antes de questionar o sucesso do que quer que seja.
Assistam a uma inocente cena dramática de Ar Tonelico: Melody of Elemia, RPG da Gust lançado para a PS2.
Bem... inocente?! Inocente?! Não me parece nada. Na verdade, dá a sensação que nos encontramos perante uma continuação do post sobre o tal anúncio que metia ao barulho Super Mario Bros., um motel e o belo do traseiro alheio.
Sem perderem mais tempo, assistam ao vídeo e prestem especial atenção ao diálogo. Mesmo muito atenção. Trata-se de uma estranha viagem ao mundo da experimentação, realizada por quem tem pouca prática na arte de espetar coisas grandes nas partes de trás de terceiros.
As frases geniais são tantas, que se torna complicado destacar a melhor. Sinceramente, não acredito que se trate de uma simples coincidência. Isto só pode ter acontecido propositadamente. Digamos que os autores, ou os tradutores, deviam estar com a cabeça noutro sítio...
Mike Capps, presidente da Epic, está preocupado com o mercado de aluguer e de jogos em segunda mão. E eu fico preocupado por ele estar preocupado. Ou melhor... fico com medo.
“Não fazemos dinheiro quando alguém aluga um jogo e não fazemos qualquer dinheiro quando alguém o compra em segunda mão. Mais do dobro das pessoas jogaram Gears of War sem o comprar,” disse Capps.
E parece que o combate ao aluguer e ao usado reside nos conteúdos extra. Por exemplo, Gears 2 faz-se acompanhar por um código que permite o download de um quinteto de mapas reformulados do primeiro jogo da série, código esse que passa à história após ter sido usado. Assim, quem comprar esse GoW 2 em segunda mão não terá acesso aos referidos cenários.
Quem não tiver ligação ao Live e quiser usufruir dos cinco mapas em multiplayer offline? Azarito! Vá ao Youtube e veja os vídeos. Não deixa de ser um bocadinho nojento.
Mas realmente grave seria se fosse colocada em prática a seguinte ideia...
“Falei com alguns produtores que me têm dito 'Se quiserem lutar contra o boss final, entrem online e paguem 20 dólares. Mas se tiverem comprado a versão retalho em primeira mão, recebem-no à borla',” referiu o presidente da Epic.
Nem dá para comentar tal abominação. Seria o momento mais negro da indústria. Mas já espero tudo. Nada me admira, facto que só por si é deveras preocupante.
PS – Maka... PARABÉNS!!!!!
Há fetiches pouco imaginativos. Há fetiches muito imaginativos. Há fetiches algo javardos. Há fetiches extremamente surreais. E depois há este...
Nem sei como começar e muito menos como terminar. Digamos que estamos perante algo que aconteceria se um conhecido arquitecto da nossa praça fosse um jogador inveterado, com uma enorme fixação em Super Mario Bros. NES.
Sem mais, o melhor será passarem os olhos por um anúncio descoberto pelos nossos amigos da UKResistance.
www.ukresistance.co.uk/pics5/mario-bros-anal-rampage-fantasy-1.jpg
Tanto que poderia ser dito, não fosse o caso de estarmos num blog familiar. Tanta frase boa para ser comentada. Tanto requisito para ser... (segue-se um belo trocadilho)... analisado. Uma coisa é certa, sabe o que quer, como quer, quando quer e até em que nível quer.
Bom, nunca mais jogarei Super Mario Bros. com os mesmos olhos, especialmente quando atingir os níveis 1-3 e 1-4. E mais não digo.
Diz a lenda que Allison Carroll, a nova Lara Croft, encontra-se a tirar o curso de arqueologia. Mas as diferenças entre as lendas e a realidade são imensas...
Aproveitando uma acção promocional do jogo, um jornalista do Ekstra Bladet, conhecido tablóide dinamarquês, decidiu colocar à prova os conhecimentos da rapariga, fazendo-lhe algumas perguntas realmente básicas sobre arqueologia... ou melhor... de cultura geral.
O resultado é extremamente doloroso. Nem dá para rir. Foi pura maldade da parte do senhor. Mas das grandes. Sem mais palavras, assistam ao vídeo.
O pânico na cara da rapariga nem chega a ter graça. Sinceramente, fiquei cheio de pena. A Eidos também deve ter ficado feliz.
Porque será que de súbito fiquei cheio de vontade de jogar Guitar Hero World Tour? Não sei. Não entendo. Estranho...
Essa enorme vontade surgiu após o visionamento de um clip publicitário do jogo, com Heidi Klum como protagonista. A cara e corpo da Victoria's Secret interpreta uma réplica da mais famosa cena de “Risky Business”, filme que catapultou Tom Cruise para a fama.
Mas aqui não há pelos nas pernas. Não há cuequinha de homem. Não há face rosadinha. Não há penugem na zona facial. Não há músculo visível nas perninhas. Aqui há Klum. Aqui há lingerie da boa. Aqui há... o que se segue...
As peúguitas brancas é que não estão a dar com nada, mas como eram parte integrante da tal cena com o menino Cruise, fazendo-o deslizar pelo soalho... enfim... não deixa de ser um desperdício, com o catálogo tão jeitoso quanto o da Victoria's Secret...
Cliff Bleszinski revelou a razão pela qual não gosta de betas. É mais uma frase que ficará para a história da indústria. Na verdade, nunca mais olharei para as betas sem um sorriso nos lábios.
A frase foi dita durante uma entrevista à GamePro, com CliffyB a referir que a passagem por um período de testes de Gears of War 2 poderia afastar jogadores da versão final. Sem mais, aqui fica a explicação...
“A beta é semelhante a engatar uma rapariga só para se dizer 'Sim, fod*-a'. Eu sei que parece ordinário, mas trata-se da mais pura das verdades. Uma vez que se joga a beta, pode-se riscar o jogo da lista... pode-se dizer 'Sim, já o joguei'. Depois já não há motivação para se desvirginar a versão final.”
Nem mais! Uma analogia perfeita!
Agora desculpem lá mas vou fod** Call of Duty: World at War, que a beta já se encontra disponível no Live. Agora desvirgino um bocadinho e lá para o final de Novembro trato do resto.
O New York Times publicou um artigo sobre as questões mais problemáticas que o novo presidente norte-americano terá de enfrentar, entre as quais encontram-se os prisioneiros do campo militar de Guantánamo Bay. E graças a esse artigo fiquei a saber que a Al Qaeda é fã do retrobombing.
Isto porque, alegadamente, um dos detidos foi treinado para criar detonadores utilizando... cartuchos SEGA. Isso mesmo... cartuchos SEGA. Por revelar ficaram detalhes importantes. Assim, fiquei sem saber se se tratavam de cartuchos MegaDrive, Master System, Game Gear ou daqueles piratas vindo de Hong-Kong.
Gostaria também de saber a razão que levou o grupo terrorista a optar pela SEGA. Será uma questão de gosto? Será que não gostam do franchise Sonic? Será que estamos perante uma forma radical de protesto, devido ao facto da produtora nipónica estar numa de transformar em abortos todos os seus excelentes IPs? Serão as dimensões dos cartuchos, pois o tamanho não importa no que toca à arte da detonação?
Tanta pergunta sem resposta.
Uma coisa é certa, se virem alguém com um cartucho SEGA na mão, alertem imediatamente a polícia. Mas se repararem em alguém com um cartucho Nintendo, então sorriam, dêem-lhe uma pancadinha nas costas e digam-lhe que é um tipo porreiro.
Chama-se Tuttuki Bako e trata-se de um aparelho onde se insere um dedo para se interagir com uma personagem digital. E só a dupla de palavrinhas “insere” e “dedo” fazem com que a imaginação entre em modo hiperactivo.
Mas melhor que as palavrinhas é mesmo o vídeo promocional de Bako. Dedo para a frente. Dedo para trás. Mais rápido. Mais lento. Agora deixa no fundinho. Agora volta ao ponto de partida. E depois volta a inserir. Tudo isto acompanhado por pequenos gemidos vindos da garganta da protagonista.
Tanto que poderia ser dito, não fosse o facto de me encontrar a escrever num blog para toda a família e respectivos animais de estimação.
Será que Tuttuki Bako é para maiores de 18 anos? Será que é vendido em sex shops? Será que se faz acompanhar por um tubinho de vaselina? Será que é tão bom para ele como é para nós? E o melhor será ficar por aqui...
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