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Há dias em que a simpatia e boas maneiras resultam muito mal. Que o diga Yoshi...
O dinossauro cometeu o erro de beber enquanto conduzia, embatendo contra o kart de Koopa. Como bom bichinho, parou e assumiu as culpas. Mais valia ter ficado quieto.
O resultado está à vista, pois ninguém ter pela frente um Yoshi irritado, especialmente se tiver uma carapaça à mão de semear. E logo das vermelhas, a mais letal arma de Mario Kart.
Valeu-lhe o facto de haver um rio junto ao local do acidente. Ou melhor, dos acidentes. Koopa estava a mesmo a pedir um sopapo, estava. Grande Dorkly.
E se Call of Duty: Black Ops tivesse direito a uma adaptação a vídeojogo com a chancela LEGO? Eu gostava...
Keshen8 imaginou a situação e criou uma curta de animação em todos os sentidos excelente. Tão excelente quanto violenta... mas Black Ops é Black Ops, seja ele em formato Call of Duty, LEGO ou mesmo Victoria Secrets.
E complicado é escolher o melhor momento, pois trata-se de minuto em meio absolutamente caótico, à boa maneira de uma rapidinha online na companhia da obra da Treyarch. Magnífico.
É caso para se dizer que dali ninguém sai vivo. Muito, muito bom. Façam que eu compro, está prometido.
A cerimónia dos VGA 2010 decorreu no sábado passado. E para não variar, à divulgação da lista dos galardoado juntou-se uma série de vídeos e revelações de jogos que estão para vir.
Na parte que me toca, houve um em especial que me fez sorrir muito e tremer um bocadinho, aumentando consideravelmente o meu ritmo cardíaco.
Uma invasão extraterrestre. Dois milhões de mortos em 24 horas. Sete milhões de baixas durante a primeira semana. Londres arrasada. Sniper no Big Ben. E Shepard a olhar do espaço para uma Terra em colapso. TAU! Quero tanto!
Obviamente que se trata do terceiro capítulo da saga Mass Effect, que na minha opinião pessoal é o melhor franchise criado para a actual geração de consolas. Agora é esperar um ano. Um longo, longo ano.
Até assistir ao vídeo que se segue, pensava que jogava Tetris razoavelmente bem. Estava equivocado. Terrivelmente equivocado.
O protagonista mostra o que vale na versão Facebook do clássico de Alexey Pajitnov. E vale muito. Tipo uns milhares de milhão ou coisa que o valha. Está muito para lá de dominar o jogo.
A velocidade com que encaixa as peças é quase inacreditável. A perfeição da actuação é espantosa. E a velocidade com que mexe os dedos praticamente que nem dá para ser captada pelo olho humano. Obviamente que se encontra em primeiro lugar, à frente dos seus quarenta e seis amigos. Muito à frente.
Fico sempre em baixo ao assistir a vídeos como este. Arruinam por completo algumas das certezas do meu dia-a-dia. Que seca...
Adoro os meus "i" da Apple. Adoro-os por completo. E adoro-os ainda mais por estarem a transformar-se em plataformas de jogo realmente soberbas. E Infinity Blade é a prova disso mesmo.
Trata-se de uma obra desenvolvida pela Chair e produzida pela Epic, que traz até ao iPhone, iPod Touch e iPad o primeiro título que tem como base o Unreal Engine 3. E que jogo, por amor da santinha.
Visualmente impressionante, apresenta uma mecânica simples, que tira excelente partido das características tácteis das plataformas. O resultado final é magnífico. Mesmo, mesmo soberbo, demonstrando que o futuro dos gadgets da Apple, enquanto "consolas" portáteis, é realmente brilhante.
Cada vez mais, compreendo as razões que levaram Saturo Iwata a afirmar que a Apple é a grande adversária da Nintendo. Mas entendo tão, tão bem.
É um facto que a vida de Bill Gates encontra-se repleta de momentos incontornavelmente marcantes. Este não é um deles...
Estávamos em 1983 e a revista "Teen Beat" era um sucesso entre os adolescentes norte-americanos. Portanto, nada melhor que convidar Bill Gates para uma sessão de fotografias, tendo como alvo os sonhos eróticos das leitoras.
O resultado está à vista. Um Gates em todo o esplendor dos seus 28 anos, fazendo poses em cima da secretária. Daquelas capazes de fazer suspirar os elementos do sexo feminino. Ou talvez não. Definitivamente... não! Não!
A mãozinha na face. O olhar libidinoso. O monitor. A posição das pernas. A roupa. Um dos piores modelos de sempre, sem qualquer dúvida.
As redes sociais conseguem destruir vidas. E famílias. E donas de casa. E tudo isso.
A prova encontra-se no vídeo que se segue. Olhem para ele como um aviso sobre os horrores escondidos no Twitter, Facebook, Foursquare, FarmVille e Angry Birds, entre outros.
Um simples tweet é o bastante para o início a uma viagem aos infernos do vício. Daquelas onde ninguém sai ileso. Nem o mais novo elemento da família. É a degradação total. E o drama também.
O iPhone também não ajuda nada, essa plataforma do demo. Abandonemos as redes sociais! Não conseguem?! Peçam ajuda junto da vossa paróquia. Tweetemos sobre o assunto, portanto.
Graças ao pessoal da Dorkly, agora já se sabe o que acontece nas arenas de Mortal Kombat, após ter sido aplicada a bela da Fatalidade.
Obviamente que o vencedor festeja o momento, pois o que não falta são razões de sobra para libertar a sua alegria esfuziante.
O problema é que os familiares do vencido encontram-se entre a assistência. E isso é chatinho, tendo em conta que uma Fatality é uma Fatality. Valha-nos o bom senso maternal, que resulta nos olhos tapados da criancinha.
É muito bom. Na verdade, raro é o Dorkly Bits sem graça. O facto de ser sexta-feira também ajuda a tornar o clip ainda melhor. Gosto de boas conjunturas.
Black Friday é sinónimo de tudo aquilo que de mais errado acompanha o puro consumismo, com o pior das pessoas ao vir ao de cima quando à sua frente encontram-se consolas, jogos, televisores, telemóveis e computadores, entre outros objectos, a um preço mais acessível. O clip que se segue é a prova disso mesmo.
Trata-se de um vídeo gravado na Target, de North Buffalo, que abriu as suas portas às 4 da madrugada, para deixar entrar as centenas de clientes que aguardavam junto às portas. O resultado está à vista.
Os primeiros da fila caíram, sem que a multidão em debandada se preocupasse minimamente com a situação, passando-lhes por cima e continuando em frente, na direcção das promoções. É incrível, mas apenas uma senhora teve a decência de voltar para prestar ajuda.
De notar que mesmo aqueles que berravam em dor avançaram na direcção das compras após terem-se levantado, provando que possíveis lesões internas são completamente esquecidas quando se podem comprar algumas coisinhas por metade do preço. Tristeza.
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