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Terça-feira, 13.02.07

Como enriquecer com a PS3

Definitivamente, a chegada da nova geração de consolas parece ter enlouquecido os responsáveis das marcas. Depois dos tiros da Nintendo, foi a vez de Jack Tretton, Presidente da Sony Computer Entertainment America, alvejar o seu próprio pé.

 

Numa entrevista à EGM e respondendo a uma questão que envolvia o facto de haver PlayStation3 nas prateleiras das lojas norte-americanas, o senhor respondeu da seguinte forma:

 

“Se conseguirem encontrar uma PS3 em qualquer loja da América do Norte, que fique nas prateleiras mais do que alguns minutos, ofereço-lhes 1200 dólares.”

 

Ora bem... não foram necessários muitos minutos para que fóruns, blogs e sites começassem a publicar imagens de PlayStation3 para venda em estabelecimentos da América do Norte.

 

E se nos fiarmos nas fotografias publicadas... 1200 dólares... 921€... multiplicando por tanta caixinha... bem... paga a viagem... dá para comprar várias PS3... resmas de Wii... uma mão cheia de Xbox 360... todas alimentadas com paletes de jogos... estada num bom hotel... boa comida... sem olhar a gastos... férias no Havaí...

 

Compensa! Compensa, compensa! Isto se a recompensa não for paga a 60 dias, pois, por estes lados, o estado da conta bancária não dá para grandes graças.


Já agora... divirtam-se :

http://www.penny-arcade.com/comic/2007/02/10

Autoria e outros dados (tags, etc)

por luxxx às 14:38


20 comentários

De Anónimo a 13.02.2007 às 15:15

a sony mente tanto que ate se mente a si propria lol.
ja vi resmas de forums com resmas de fotos a mostrar resmas de ps3 nos lojas.

De The Darkside Shenmue Ruller a 13.02.2007 às 15:23

Uma palhaçada autêntica! Não sei como é possível que um homem com a responsabilidade que é suposto ele ter lança uma proposta irreflectida, estúpida e, acima de tudo, facilmente refutável, como essa! Deviam era cobrá-lo pela asneirada que fez, ou seja, pagar os vários 1200 dólares a todos os que têm provas das consolas a apanhar pó nas lojas!

Visitem thedarkshenruller.spaces.live.com --> Até o Papa lá vai!

De Prometheus a 13.02.2007 às 15:30

Citando a personagem 'jovem delinquente' de um certo sketch do Gato Fedorento: "o homem tá bêbado pá!"

Sinceramente...este indivíduo deve ser repreendido pelos seus superiores, como se a Sony não se tivesse já queimado o suficiente.

De Aqui e ali a 13.02.2007 às 15:39

Isto está a ficar ridiculo...

Quem manda bujardas destas merece uma coisa...um belo de um " Hasta la Vista" por parte quer da sony, microsoft ou nintendo, conforme de quem vier a bujarda...

já não há paciencia

De texugo a 13.02.2007 às 15:46

era tao bom que ele comprisse o prometido...
ao menos assim conseguia ter uma wii+xbox360+ps3 sem me preocupar com a carteira... é bom sonhar ...
enfim, quando se toca num ponto fraco ha quem faça destas inconciencias...

De Shiryu a 13.02.2007 às 16:33

Já vi muitas consolas a irem e virem, já assisti às trocas de bitates entre as várias empresas ao longo da minha vida, mas tenho de afirmar, sem qualquer dúvida:

- A guerra pela dominância da 7ª geração das consolas é definitivamente, o maior espectáculo de comédia à face da Terra nos últimos anos!

De luxxx a 13.02.2007 às 17:20

Não duvides. O pessoal enlouqueceu por completo. Claro que a rapidez com que a informação fica agora disponível e o grande número de meios de informação também ajuda.

Esta é primeira geração de máquinas a ser lançada com a Internet massificada. Em 99/2000 o online era ainda um bebézinho.

De Shiryu a 13.02.2007 às 19:52

Mesmo assim, acho que está tudo um pouco fora de controlo.O "diz isto e aquilo" sempre foi o pão nosso de cada dia, coisa habitual nestas lides do mercado de videojogos, visto que "qualquer publicidade é boa publicidade".

Mas agora temos o Jack Thompson (este então...), o Ken Kutaragi a gritar "RIIIIIIIIIIIIIIIIDGE RACER!" em plena (e infelizmente, última edição no mesmo formato) E3, para ser despromovido passados uns meses da presidência da SCE por comentários menos apropriados à direcção a qual a companhia estava a tomar em relação à PS3, sites pornográficos com conteúdos bónus quando "browseados" numa Wii... e tantos outros exemplos!

De facto o último ano foi um fartote de riso, e este parece estar a ir pelo mesmo caminho. Acho melhor a Nintendo começar a "abardinar" também, porque se calhar acima da qualidade, a vencedora desta nova geração vai ser a máquina a qual nós vamos associar às maiores palhaçadas e risadas provocadas!

Enfim, não estou preocupado porque (vem ai maldade!) cada vez que o sr Miyamoto fala em inglês, eu riu-me. Cada vez que vejo a cara do Reggie Fils-Aime, eu riu-me. E cada vez que alguém se apercebe que sou um feliz e satisfeito possuidor de uma Wii, começa logo a proferir barbaridades sobre a pequena caixinha da Nintendo, só meto o meu sorriso matreiro (aquele que só faz quem já experimentou uma) enquanto digo "Tens razão, mas..." seguido de um qualquer facto negativo brutalmente correcto sobre a máquina que defendem com unhas e dentes, ao qual não me conseguem responder mas tentam, quase que agarrados ao desespero da sua realidade, como se a vida deles dependesse do facto de me convencerem que a Wii é a perdedora nesta "guerra".

Enfim, e cada dia trás novas palhaçadas de gente em cargos altos que são por vezes "líderes de opinião" e deveriam saber melhor. Admito, sou simples. Sou do tempo que estava perfeitamente feliz quando enfiava um cartucho na Super Nintendo e adorava ouvir o "clack" do botão do Power a ser ligado. O tempo onde as pessoas passavam o tempo a jogar por puro divertimento, ao invés de andarem na net a dizer bem das suas convicções e mal das dos outros. E sim, ainda hoje, sou capaz de me divertir mais com um simples jogo de Megadrive ou Super Nintendo do que qualquer oferta numa 128 bits (sim, sou velho!).

Muito se ganhou com os avanços tecnológicos e com a Internet nos videojogos, mas também algo que ninguém repara, algo se perdeu, e algo bastante importante... não sei por o dedo em cima, mas vou chamar-lhe a "génese do videojogo". Sequelas de sequelas de sequelas, consolas com "hi tech" e "low fun", preços de produção descomunais... enfim, é algo díficil de explicar por palavras, mas de facto, algo está mal, e no meio de muita palhaçada, estamos a ir direitinhos para o mesmo caminho que a indústria da músicas ou dos filmes.

Quando daqui a uns anos o pó assentar, temo que não seja um caso de quem ganhou a 8ª geração, mas sim de quem ainda está no mercado. E ai sim, se vai ver se tanto disparate que se vai fazendo agora, lhes valeu de alguma coisa...

Xiça, peço desculpa pelo tamanho do post, quando me dá para dar as teclas, ninguém me agarra...


PS: Não gostaria de vir a ter filhos num mundo em que não lhes pudesse oferecer uma consola da Nintendo...

De The Darkside Shenmue Ruller a 14.02.2007 às 02:56

Muito interessante a sua opinião!

Considere a escrita de um blog. O seu site é excelente, mas um blog de videojogos seu vinha a calhar! Decerto que os seus textos seriam bastante interessantes de ler e comentar por todos os que gostam de videojogos.

Visitem thedarkshenruller.spaces.live.com --> Até o Papa lá vai!

De luxxx a 14.02.2007 às 03:55

Shiryu... estou de acordo com vários dos pontos referidos, embora não tenha uma visão tão pessimista quanto ao futuro dos vídeojogos.

Convém não esquecer que nos tempos do Spectrum, Amiga, Atari, 8 bits e 16 bits tudo era novidade. Tudo eram primeiras experiências. Mas mesmo aí a tecnologia tinha um papel importante. É impossível esquecer-me do salto qualitativo do velho ZX para o quase perfeito Amiga.

E mesmo aí, sequelas era coisa que não faltava. Por exemplo, um dos primeiros jogos da máquina de Sir Clive foi a série Horace. Primeiro Hungry Horace, segui-se Horace Goes Skiing e por fim veio Horace and the Spiders. Tudo isto entre 1982 e 1983.

The Way of the Exploding Fist, Renegade, Highway Encounter, Skool Daze, etc, etc, etc... todos eles com continuações... algumas delas para esquecer. Nada de muito diferente dos dias que correm, só que com menos barulho à sua volta, e um hype que se limitava ao passa palavra, conversas entre amigos e a revistas como a Crash e a Your Sinclair.

Obviamente que era tudo bem mais ingénuo... mais puro... mas já nessa altura empresas como a Ocean, Activision, US Gold e ULTIMATE pensavam nos lucros.

Isto aplica-se às gerações e máquinas que se seguiram. Resmas de Marios 8 bits, uma mão cheia de Zeldas, Kick Offs e Sensible Soccers uns atrás dos outros, Xenon I e II, Speedball I e II, um nunca mais acabar de Sonics 16 bits, Street of Rage e Final Fight para todos os gostos e feitios, Street Fighters e respectivos spin-offs, Metal Slugs de se lhes perder a conta, Final Fantasy já eram 7 em 1997... e por aí adiante.

Sinceramente, continuo a ter um prazer inacreditável com jogos lançados nos dias que correm. Acho importantíssima a longevidade extra graças à introdução do online, o conteúdo para download dá novo fôlego a “obras” já arrumadas e a possibilidade de se puxar demos de títulos para consolas é importante, especialmente para quem queira testar antes de comprar.

Claro que muitos destes “presentes” são pagos... mas as borlas são espécie em vias de extinção nos dias que correm.

Depois temos os jogos do Live Arcade, o regresso ao passado da Consola Virtual, a PSOne na PSP via PlayStation3, o tempo, as notícias. Pagos ou à borla, são mais valias para uma consola. E tudo isto apenas possível graças aos avanços tecnológicos.

Não sou propriamente novo, assisti e participei no nascimento e crescimento dos vídeojogos. Apesar de olhar para trás com um sorriso, não sou saudosista. Gosto do presente e tenho esperanças no futuro. E certamente que me vou continuar a divertir à grande nos anos que aí vêm!


De namorado a 14.02.2007 às 10:19

Concordo com o luxxx no sentido em que o avanço tecnológico não é necessariamente negativo e permite, além de gráficos cada vez melhores, também uma jogabilidade cada vez mais elaborada.

Quanto a sequelas de sequelas, acho que são como os filmes do James Bond: são mais do mesmo, mas se forem bem feitos continuam a divertir e por isso a cumprir a sua função.

Gosto de ter a opção de saltar entre a jogabilidade única da Wii e o luxo visual da 360, passando pela ocasional visita ao passado via Virtual Console e semelhantes.

De Shiryu a 14.02.2007 às 10:49

TDSRuller:

Não sou assim tão velho, não precisas de me tratar por vocês, cruzes. 28 anos, são 28 anos! Agradeço a oferta, quero ver se entro no jornalismo videojogavel a um nível mais profissional, quem sabe , é este ano (já houve oportunidades para trás que não se concretizaram...).


Luxxx & namorado (hey, hoje é o teu dia!!!):

Sim, concordo com o que ambos dizem, mas notem que na altura, por ser simples, as sequelas surgiam da popularidade dos titulos, e hoje surgem como uma necessidade de "um lucro certo" devido aos elevados custos de produção de um jogo em média.

Outros exemplos do algo que vai mal: os abandonos!
Os elementos que são a "chave" criativa das equipas mais conceituadas simplesmente abandonam as suas companhias de há anos. Alguns exemplos, o produtor do Resident Evil 4, depois de saber que iam fazer um porto para a PS2 do seu produto de amor na GameCube, A Capcom ter dissolvido (sinceramente) o melhor estudio dos ultimos tempos, a Clover (Oh Deus...faz com que o Okami e o GodHand sejma portados para a Wii!), o pessoal do grupo Final Fantasy ter-se tornado independente, e afins.

Claro, no passado isto foi bom, os empregados da Konami fartos de sequelas do contra, fundaram a Treasure, que ainda hoje é referência. Parte do "dream team" do Final Fantasy fez o Blue Dragon, o verdadeiro "killer game" no Japão da XBox360 (que cada vez está mais apetitosa, nham, nham...) mas tenho a certeza q em longo prazo, isto quer dizer que vamso ter sequlas de sequelas, mas não dom bom estilo Sonic para o Sonic 2, apenas mais "Needs For Speeds" com muito hype e pouca palha no fim.

Posso ser eu que estou numa fase pessimista, mas isto logo me passa. Como vos digo, o que mais quero é estar erradissimo! É q tenho andado a acertar em termos de "futurologia" desde o ano passado, quando apostei com um amigo o flop da PS3 no seu lançamento em realação à Wii.

Mas se o consumidor de facto não é estúpido, ele vai começar sim a comprar os jogos que merecem ser comprados (tipo, o Okami, esta semana finalmente nas lojas europeias!) e deixar os outros na prateleiras.

Epá, tenho tanto sono...

De Helder a 13.02.2007 às 17:19


O cartoon está muito engraçado!
Esse Trenton está memso a trabalhar bem! Continue assim... é da forma que eu me divirto!
Com que então não há PS3 a apanhar pó nas lojas! Que ideia!
Só espero é que aquando do lançamento europeu, algum representante da Sony se lembre de dizer o mesmo! Pego na minha câmara e é só facturar!

De Mike a 13.02.2007 às 18:36

Esses americanos sao mesmo ingratos! Já têm PS3 e ainda as deixam abandonadas nas prateleiras? Pobres e mal agradecidos... Conheço muitos europeus que davam tudo para ter so 10 minutos de jogo quanto mais ter uma so para si!
Quero uma!

De LInk_Soul a 13.02.2007 às 19:14

Não lhes chamaria ingratos... diria apenas que são pessoas que sabem ver a realidade das coisas...
Aquilo é um país onde o HD é uma realidade... onde existe emissões de TV em HD... logo é muito mais fácil de encontrar casas com TV's HD... algo que, desculpem, não é a realidade portuguesa.
Não pensem que é a Europa que vai salvar a Play porque não é... se a América e o Japão não lhes tão a dar os louros que julgavam... dois mercados bem significativos... acham sinceramente que será a Europa que irá mudar tudo?
A unica coisa que irá salvar a Play3... são os próximos jogos e uma boa politica de sedução...(cofcof... redução de preços)... porque se não for... já se vê o que vai acontecer.

De jorgito85k a 13.02.2007 às 21:09

<>
então vou dar um exemplo:
Sonic the Hedgehog, Sonic 2, Sonic 3, Sonic & Knucles e outros... isto falando de sequelas da Mega Drive

De jorgito85k a 13.02.2007 às 21:10

só uma correcção:

De jorgito85k a 13.02.2007 às 21:11

"Sequelas de sequelas de sequelas".

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