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Sexta-feira, 20.04.07

A importância dos pequeninos

É estranho quando se chega à conclusão que grande parte das horas passadas junto a consolas next-gen tem sido na companhia de jogos que de nova geração têm muito pouco.

 

Quero com isto dizer que no, que toca à minha 360 e Wii, as estrelas dos dias, semanas, meses, noites e dias... têm sido obras vindas do Live Arcade e da Consola Virtual.

 

Geometry Wars, Boom Boom Rocket, Symphony of the Night, Zuma, Time Pilot ’84, Heavy Weapons, Gauntlet, Comix Zone, A Link to the Past, Donkey Kong, Bonk’s, Galaga, Vigilante, Ocarina of Time, têm preenchido a maior parte do tempo que as referidas máquinas se encontram ligadas apenas por diversão, e não por motivos de trabalho.

 

Das duas uma, ou estou realmente velho, ou então algo está a faltar aos títulos lançados para esta nova geração de máquinas. Diversão? Simplicidade? Charme? Brilhantismo? Não sei... mas sinto cada vez mais que há muita, mas mesmo muita vida para lá de gráficos HD, saídas HDMI, 720 e 1080, e sensores de movimento.

 

PS - Infelizmente, não posso falar dos títulos da PS Network, isto porque a debug enviada pela Sony não se liga ao serviço online da PS3. Enfim...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por luxxx às 14:13


54 comentários

De Ricardo a 20.04.2007 às 14:33

Os gráficos são extremamente importantes, mas não são tudo.

Quanto às meninas da nova geração... Dá-lhes tempo. Tenho a certeza que vão haver jogos que valem a pena!

Já agora, porque não envias uma carta de reclamação à Sony? Em nome da imprensa!

Abraço!
Rikardo

De luxxx a 20.04.2007 às 14:57

Estamos fartinhos de reclamar, mas a máxima "água mole em pedra dura tanto dá até que fura" parece não se aplicar no caso da Sony...

De Prometheus a 20.04.2007 às 17:36

Pelo que eu sei, muitos desses jogos estão a ser verdadeiros casos de popularidade entre os títulos tecnicamente mais avançados - as editoras e os estúdios têm muito a aprender com os jogos simples mas divertidos, talvez lhes faça falta uma limitação técnica...

De D@nte a 20.04.2007 às 18:02

voces tao a falar daqueles jogos sem enredo, de divertimento intercalado e sem o minimo de interesse?

voces nao devem andar bem.

eu se fosse agora jogar um tetris ou um mario dos mais antigos de certeza que ficaria entediado.

os tempos modernos mostraram que se pode fazer muito e bem, com as ideias certas. como exemplo disso temos jogos que podem chegar até ao estatuto de arte, casos como shadow of the colossus (k sinceramente kuase m fez chorar), okami ou ico. so para dizer alguns.

eu axo apenas k ja faz parte da psicologia humana esse apreco pelo passado. parece que ninguém gosta de olhar para o futuro... talvez por medo do que ai possa vir...

fikem bem

De Prometheus a 20.04.2007 às 18:13

Muitos desses jogos são populares 15, 20, 25 anos depois porque quando foram feitos, os seus criadores investiram neles uma grande dose de criatividade para contornar as limitações técnicas. Um jogo feito hoje para a Xbox 360 tem muito mais margem de manobra do que um jogo feito para o Amiga em 1990 ou para o Spectrum em 1985, como tal, são centrados sobretudo na experiência gráfica, a bandeira de muitas consolas.

Um jogo inteiramente baseado na experiência gráfica começa a perder o seu poder de atracção à medida que os gráficos se tornam mais avançados e a tecnologia evolui - é por isso que actualmente, um jogo de SNES ou Mega Drive pode cativar mais do que um jogo de Saturn ou de PS1, quando os jogos em 3D ainda tinham muitas falhas e envelhecem rapidamente.

Offtopic total: faz hoje 20 anos que os Simpsons apareceram pela primeira vez =) como Simpson-maníaco que sou, não podia deixar a data passar em branco! Dia 27 lá estou eu plantado à porta de um cinema qualquer para a estreia da longa-metragem =D

De luxxx a 20.04.2007 às 18:25

D@nte... não me estava a referir às 128 bits, mas sim à nova geração de máquinas e aos jogos que actualmente estão disponíveis para ela.

Mas quanto aos Mario mais antigos e ao Tetris. Bem... quando um jogo é bom... é bom, mesmo com muitos anos em cima.

Deu-me enorme prazer voltar ao Mario NES e SNES no Advance. E será que Super MARIO BROS DS é um jogo cheio de enredo e com gráficos do outro mundo? Não me parece. Mas não é um dos melhores títulos de plataformas da portátil Nintendo e não só? Sem dúvida alguma!

Quanto a Tetris... não posso dizer nada, pois na minha opinião é um dos melhores jogos de sempre.

E dizer que obras como Comix Zone, Link to the Past, Symphony of the Night e Ocarina of Time englobam-se no grupo de "jogos sem enredo, de divertimento intercalado e sem o minimo de interesse"... penso que está longe de ser correcto.

Quanto ao futuro, estou certo que trará muitas coisas boas. Mas no meu post referia-me ao presente, que exceptuando casos pontuais não tem oferecido obras de grande criatividade a esta next-gen.

De namorado a 20.04.2007 às 18:25

Pois eu volta e meia jogo um Tetris ou um Pac-Man ou outros semelhantes e nunca fico entediado. E se não experimentaste Geometry Wars estás a perder um excelente jogo.

Não quer isto dizer que abdicasse da interactividade da Wii ou dos luxuosos gráficos next-gen (ou melhor dizendo "new-gen") e as novas experiências de jogabilidade que permitem. Mas só porque um jogo é simples ou mesmo básico não significa que seja entediante.

É um luxo a possibilidade que temos hoje em dia de, em qualquer lugar, sacar do telemóvel e passar um bom bocado a jogar Bubble Bobble, Worms ou Lemmings. A jogabilidade é o mais importante e há jogos que a levaram ao expoente máximo: vale sempre a pena (re)experimentá-los.

De Shiryu a 20.04.2007 às 19:53

Nem me atrevo a referir a quantidade de horas que já tenho no Grid Wars do PC...

D@nte, tivesses a minha idade e nem sequer te passaria pela cabeça o que escrevestes.

Alias te digo memso, cda vez mais é o contrário: os grandes épicos levam demaisadas horas para nos entreter, e simplesmente na sociedade actual, só os mais novitos é que podem dipor desse tempo sem complicar a sua vida social e/ou profissional.

De D@nte a 21.04.2007 às 22:05

Meu, eu tenho 19 anos.

Achas que sou assim tão novo?

Voçês perceberam-me mal. Eu não quis faltar ao respeito a esses grandes classicos, até porque reconheço que no tempo em que sairam foram um factor importantissimo na divulgação dos videojogos a nivel mundial.

apenas quis dizer que agora não me divertiria a joga-los.

e digam-me sinceramente:

se o mario ou o tetris nunca tivessem sido criados, e saissem agora exactamente com os mesmos graficos e com o mesmo conceito de jogo voces os comprariam?

decerto alguns dirão que sim, mas aposto (mesmo que inconscientemete) que a maioria nem se iria interessar por saber que tipo de jogo era.

MAS MAIS UMA VEZ QUERIA AQUI DEMONSTRAR O MEU TREMENDO RESPEITO PELOS JOGOS JA REFERIDOS, NÃO SO PELO MARIO E O TETRIS MAS COMO POR OUTROS GRANDES CLASSICOS.

FIKEM BEM

De Shiryu a 22.04.2007 às 02:38

"Meu, eu tenho 19 anos.

Achas que sou assim tão novo?"

Defintivamente, sim. ^_^

De namorado a 23.04.2007 às 09:57

Lumines e Geometry Wars saíram muito recentemente e passei muitas horas com cada um deles. E estes são só 2 exemplos.

"Meu, eu tenho 19 anos. Achas que sou assim tão novo?"

Não, meu amigo. Eu é que já sou demasiado velho.

Fica bem! E se puderes experimenta o Lumines ou o Geometry Wars e depois diz o que achaste...

De Diablos WipeOut a 20.04.2007 às 20:17

Ai o Tetris... O grande Tetris! O enorme Tetris... esse jogo é um hino aos videojogos!!! Ainda hoje me dá alguns acessos de necessidade de voltar a tentar bater o meu recorde de linhas!

Ah e para treinar os dedos para qualquer jogo que exija um pouco mas de velocidade e coordenação nos dedos não há nada como jogar tetris nos niveis mais elevados com o ecrã já preenchido o mais alto possivel!!!!

Tchhh o tetris...

De Link_Soul a 20.04.2007 às 18:24

Acho que chegamos a um patamar que o passado já não parece tão horroroso como antes parecia com o avançar das técnicas, com a exploração do 3D... um mundo novo em relação ao 2D. Parece que chegamos a um ponto em que o 3D apenas pode ser mais bonito graficamente e os mundos criados maiores. De resto parece... (e volto a referir... parece, pois nunca se sabe o que o futuro nos espera)... que mais não se pode avançar, então as pessoas começaram a procurar outras experiências, e os retro games surgiram como uma opção... e nunca eles pareceram tão atraentes como agora, e isso pode-se ver bem no sucesso que eles estão a ter, e no apoio que as próprias empresas estão a dar.

Realmente, podemos muito bem ter os quadros quase presentes agora no presente... mas sou incapaz de ignorar e menosprezar as maravilhas que o passado teve e ainda tem para nos mostrar.

De Prometheus a 20.04.2007 às 18:44

É bem verdade, adorava poder voltar a jogar Hang-On, Double Dragon, Shinobi, Prince of Persia e Super Mario Bros. com o mesmo entusiasmo de quando era pequeno =)

De Link_Soul a 20.04.2007 às 18:25

Oops... Correcção:

[...]quadros quase perfeitos agora no presente [...]

De Sem Solas a 20.04.2007 às 19:39

N és só tu... grande parte do meu tempo é passado no Super Mario Bros.

Não há nada como o clássico...

De Maka a 20.04.2007 às 19:42

Luxxx ainda e muito cedo, mas percebo-te perfeitamente, eu sentia prazer em jogar quando tinha a nintendo 64, apartir dai nao tive mais, tive so agora com o Zelda TP pa wii, esse jogo joguei com MUITO prazer, ja o passei 3 vezes e nao me canso :p, mas como disse ainda e cedo...

De Shiryu a 20.04.2007 às 20:24

Senhoras e senhores, meninos e meninas, apresento perante vós o maior poder à face da Terra desde a bomba nuclear:

NOSTLAGIA!

É isso mesmo, quer seja um suspiro ou apenas um "isto no meu tempo é qque era", a NOSTALGIA faz vítimas a torto e a direito, sem entrvave, sem mesericórdia.

Ataca quando menos se espera, quer seja por um som familiar do Mario a apanhar moedas ou do Sonic a dar um salto, a música do Zelda, o barulhino do Spectrum enquanto lia os jogos, a mão do Amiga com a diskette, enfim, ela está por todo o lado.

Depois ainda temos publicações escritas como a "Retrogamer" que na deste mês trás a entrevista definitiva ao Iga sobre o recente relançamento do Castlevania no XBLA.

Depois a desgraçada da Wii! A Wii, pelo seu módico preço trás lá dentro dauqlea sexy caixa branca que semrpe me lembra um DVDRW externo uma GameCube, uma Nintendo64, uma Megadrive, uma Super Nintendo, uma Turbografx 16, uma NES e em breve, um MSX,um Commodore 64 e uma MVS.

REPEMT NOW! FOR THE END IS NIGH!

Tal como o luxxx, o meu tempo na Wii é divido 50%-50% entre as novidades da consola e os jogos da Wii VC. Só hoje logo a começar o dia foram umas horitas de Lylat Wars, já perdi a conta ao número de horas que aparecem nos logs da consola que apontam "SNES Street Fighter 2".

Depois temos a "nova" religião, da qual eu sinceramente semrpe me senti tentado a seguir, visto ter na minha cabecinha muitas ideias para estes ditos jogos casuais, tendo já contribuido para 2 shooters 2D visto de cima de dois amigos meus e defender, (reprito DEFENDER) que os jogos estão a ir no mau caminho das sequelas de sequelas de sequelas, onde parecem primar os gráficos fotorealiastas ao invés de um jogo divertido. Gráficos acima de jogabilidade é PECADO!

Caminhamos pois para um verdadeiro "clash", uma guerra à moda antiga. Como se vê com o XBLA, já ha empresas que gastam milhões em grandes jogos a investir em jogos mais simples que de certeza fazem render mais depressa as suas despesas de produção. O que fazer, se os jogos começam a ficar nas prateleiras, porque as pessoas já se divertem q.b. com jogos que custam 5 - 10 euros que vêem quase de imediato pela internet!? Há pois é, por que isto de cortar com os destribuidores clássicos parecendo que não, poupa muito, muito dinheiro (Vejam o STEAM!).

Lembrem-se, o sr(mal-criadão) Jaffe após ter feito o seu épico, agora já só quer fazer jogos arcade, como o Calling all cars. Para ele, os jogos da corrente geração deixaram de fazer sentido. Quantos mais seguiram o seu exemplo!?

Abraçem o espirito dos jogos arcade. O verdadeiro jogo não estã num Final Fantasy XII (peço desculpa, foi o primeiro q me saltou à cabeça) onde somos obrigados a jogar horas e horas e horas a fio para subirmos de nivel, para podermos dislumbrar uma morcela da história... no entnato está mais do que porvado que a jogabilidade arcade pode sobreviver de mãos dadas com os avanços tecnológicos, como demostram bem o Burnout, o Excite Truck e até o Heatseeker! Ter tecnologia para fazer jogos fotorealistas não é desculpa para não os fazer viciantes e tão apaixonantes como o Lemmings no Amiga (cá está foi o primeiro nome que me surgiu na cabeça).

Enfim, vamos não deixar a Sony de fora, embora eles deixem a GO sem PS3 (toma, a chamada entrada a pés juntos, facadinha que não mata mais mói do Shiryu aos gajos da Sony, é sempre a mesma coisa, este gajo) e dizer que o Flow (que quase veio para a Wii) é muito fixe, e com o recente anuncio de jogos PS1 na PSP, estamos no bom caminho para cada vez mais mercado para estes ditos "pequeninos".

Só de pensar que o F-Zero da Super Nintendo tem 512kbs e oferece tanto e o Genji 2 deve ter uns valentes gigas e oferece... erm "Giant Crabs" , "Massive Damage" e "Real Time Weapon Switch". Não tende atenção ao barulho que estam a fazer os pequeninos, não. Os grandes que se cuidem!

v ^_^

De Prometheus a 20.04.2007 às 20:46

F-Zero do SNES....se há jogo capaz de acordar essa força em mim é o nosso caro F-Zero =D apesar de nunca o ter tido, foi-me emprestado várias vezes e a última vez que lhe pus as patas em cima foi há 10 anos...

Mesmo assim, continua a ser um dos melhores jogos que conheço e aquela banda sonora tem um efeito sobrenatural em mim... =O sobretudo se for Port Town, Silence ou Big Blue!!

De luxxx a 21.04.2007 às 01:03

Nem mais! Nem mais! Subscrevo do início ao fim as palavras do Shiryu.

Veja-se o caso da PopCap Games. Veja-se a EA e a sua divisão Pogo. Veja-se a Bizarre. Veja-se o sucesso das adaptação de velhos clássicos. Veja-se a Rare a fazer adaptações de títulos Spectrum/Commodore64. Veja-se David Jaffe. Veja-se a Q e Mizuguchi com Lumines.

Rápidos... simples... extremamente divertidos... sem grandes custos de produção... sem grandes custos de distribuição... e ao alcance de todos. E até multiplayer online têm. Além do mais, são baratinhos.

Faço minhas as tuas palavras: os grandes que se cuidem!

PS - Quanto à Sony e à PS3, bem...

De Shiryu a 21.04.2007 às 02:34

E no futuro apocaliptico, onde os macacos herdam a Terra e a humanidade é feita escrava, dos escritos sagrados que passam entre a resitência humana contra a o pressão Sony... perdão, macaca, vai-se poder ler:

"Shiryu e Luxxx previram a chegada do apocalise videojogável nos Blogs da GameOver, no distante ano de 2007. Se mais tivessem ouvido, hoje estariamos num mundo diferente, quem sabe, melhor, antes do grande apocalipse de 2034, quandos todas a PS5 do mundo decidiram derreter, levando consigo toda a energia electrica e fritando todos os sitemas electronicos do planeta... se ao menso tivessemos ainda umas DS3 e PSP3 a energia solar. Poderiamos ter salvo os escritos sagrados* onde poderiamso ter passado às gerações seguintes de forma a elas podem lutar a tirania dos macacos. resta-nos achar portanto, o lendário tijolo videojogável portátil da Nintendo** que operava a 4 pilhas AA de 1.5 volts, com o jogo feito por um Russo que o vendeu a 4 ou 5 pordutores diferentes e lhes passou a perna a todos, não o deixnaod asism ser um jogo exclusivo ***"

E não é que cheguei a bocado a casa e ja tava aqui no pc no Grid Wars!? Ai que caraças...

*Jogos
**Gameboy de 1989
***Tetris

De luxxx a 21.04.2007 às 02:44



E para mim essa continua mesmo a ser a melhor versão do Tetris. É um daqueles cartuchos sagrados que nunca perco de vista.

Portanto, se escavarem bem aqui perto de minha casa pode ser que dêem com ele.

De Shiryu a 21.04.2007 às 03:04

Olha que o da DS apanhou-me desprevenido, de tão bom que é.

Mas nada bate as músicas do original do GameBoy.

De Anónimo a 20.04.2007 às 21:15

Eu devo ter problemas, tenho varios emuladores aqui no pc e não consigo passar mais de 5 minutos jogando esses jogos que fizeram parte da minha infancia... com exceção de chronno trigger

De mWm a 20.04.2007 às 22:14

Acho que cada pessoa fica com o seu vício e a queda para um tipo de jogo de uma dada época. Eu gosto mais de simuladores e FPS mas nada como jogar NES e SNES! No entanto, hoje em dia, sou adepto do HD e já dei uns toques no F1 para PS3 e vi muito vídeo de GT HD e fico maravilhado com tanta qualidade. Mas por gostar de simuladores, como já disse em cima, a qualidade se calhar torna-se secundária, embora, juntando-se o útil ao agradável. No PC nunca tive oportunidade de apreciar muita qualidade porque os jogos que têm aqueles gráficos de um gajo se babar saem numa altura em que eu nunca tenho PC para jogar aquilo ao máximo. Já nas consolas isso não é problema, mas como não sou adepto de comprar consolas e consolas, só jogo de vez em quando em casa de amigos. Tenho uma NES, a PS2 e agora uma PSP.

Portanto, se um gajo puder ter qualidade gráfica com um enredo de jogo altamente aliciante, é sempre bom!
Mas se o jogo for só showoff, não rende, nem convence.

Os jogos mais antigos, NES, SNES, etc., são jogos que por serem minimalistas em termos de processamento a nível do CPU e do GPU, podem ter praticamente 80% de trabalho em cima do enredo, logo têm um resultado incrivelmente superior. Hoje em dia uma equipa que vá criar um jogo, tem dezenas de sectores para trabalhar, 3d, 2d, efeitos especiais, programação, história, concepts... enfim, uma panóplia de sub partes que completam o jogo. E por isso, a história pode perder um bocado com isso, uma vez que é preciso que, imaginemos, 200 gajos estejam em consonância para fazer aquele jogo e para que tudo fique como previsto.

Num jogo em que o jogo está numa ROM e que tem, vá lá, umas 15 000 linhas de código, se tanto, e que é possível fazer-se em uma duas semanas, leva com uma história em cima que lhe assenta que nem ginjas. E os japoneses da Nintendo são peritos nisso!

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