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Segunda-feira, 14.04.08

GTA IV assusta Hollywood

Como já tinha sido falado por estes lados, os gigantes de Hollywood estão apreensivos no que toca às repercussões que o lançamento de GTA IV poderá vir a ter nas bilheteiras. Trata-se de uma situação que há poucos anos atrás poderia parecer uma situação digna de um filme de ficção científica.

 

Em palavras ao Financial Times, John Riccitiello, CEO da Electronic Arts, comentou o assunto, revelando que elementos da indústria cinematográfica confessaram-lhe que os estúdios de Los Angeles estão extremamente preocupados com a possibilidade do jogo da Rockstar poder vir a “matar” a estreia de Iron Man, apontado com um dos candidatos a blockbuster primaveril.

 

Riccitiello não se ficou por aqui, afirmando que, neste preciso momento, Hollywood está mais interessada em adaptar vídeojogos ao cinema, do que a indústria de vídeojogos a adaptar filmes a jogos.

 

Sem margem para dúvidas, os tempos mudaram. A ameaça é grande. Os ataques serão maiores. E sinto que o poder da Força é grande em GTA IV.

 

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por luxxx às 13:38

Segunda-feira, 03.12.07

Eu compro, tu compras, ele compra

Mais uma semana, mais uma compra, mais uma fusão.

 

Inesperadamente, a Vivendi perdeu o amor a 9.8 biliões de dólares, avançou na direcção da Activision e... nasceu uma nova gigante chamada Activision Blizzard, da qual 52% das acções pertencem ao grupo francês.

 

É o mais recente acontecimento no que toca à febre de compras que se tem registado neste ano.

 

Recordo que muito recentemente a EA tinha arrecadado a BioWare e a Pandemic, e que a Activision tinha capturado a Bizarre Creations.

 

No meio de tudo isto, temos a Electronic Arts com 15% das acções da Ubisoft e notícias que dão conta de uma eventual compra da Infogrames/Atari pela Ubisoft.

 

A ver vamos o que acontece a “pequenas” ilhas como a Take-Two, Eidos, Midway e THQ, sendo certo que deverão estar na mira dos mais ferozes tubarões brancos da indústria.

 

Por agora, longe desta estranha maré de aquisições encontra-se o mercado japonês. Será que alguma vez darei a notícias do género EA compra Capcom ou Activision Blizzard arrecada Konami?

 

Parece bastante improvável, mas já não digo nada.

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por luxxx às 13:52

Sexta-feira, 12.10.07

Newell não é amiguinho da Sony

Em entrevista colocada no blog da EDGE, Gabe Newell voltou a proferir palavrinhas de amor puro no que toca a PlayStation3. É bonito ver-se tanta paixão!

 

Lembro que há vários meses atrás o criador de Half-Life já tinha lançado uma frase onde era notória a sua afeição pela nova consola Sony, ao ponto de referir que a máquina era tão má que deveria ser retirada do mercado.

 

Desta vez, Newell revela mais alguns dos seus pensamentos. Sem mais, aqui ficam alguns deles:

 

“A PS3 é uma perda de tempo para toda a gente.”

 

Investir no Cell e no SPE não traz benefícios a longo prazo, não há ali nada que se possa aplicar em algo mais. Não se ganhará nada para além da odiosa arquitectura que eles (Sony) criaram.”

 

“(falando sobre o bom trabalho realizado pela EA no que toca à versão PS3 da Orange Box)... Penso que será complicado fazer com que atinja o mesmo standard das versões PC e Xbox 360.”

 

“Eles (Sony) não vão fazer dinheiro com a sua caixa. Penso que não é uma boa solução.”

 

Sinceramente, ainda não consegui entender se estamos perante um caso de ódio de estimação, de prazer em destilar veneno ou de enorme realismo.

 

Mas a realidade é que não ouço Kojima a queixar-se e penso que ninguém duvida que Metal Gear Solid 4 será algo de realmente muito, muito, muito bom. É que quem sabe, sabe mesmo, independentemente das dificuldades encontradas.

 

Confesso que não que não tenho qualquer paciência para choramingas! Ok... homem, já entendemos! Não consegues um bom desempenho na PlayStation3. Acontece aos melhores. Nada que um Viagra digital não resolva.

 

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por luxxx às 13:37

Quarta-feira, 18.07.07

Peter Moore: Adeus e até já

Como Prometheus tinha avançado ontem, Peter Moore abandonou o cargo que detinha na Microsoft, estando agora ao comando do destino da EA Sports. Esta estranha mudança apanhou tudo e todos de surpresa.

 

Segundo fontes próximas do senhor, o facto de passar a estar mais próximo da família teve enorme importância na decisão. Claro que os valores envolvidos não deverão ter tido qualquer relevância, pois parece que o senhor corre riscos de vir a passar fominha.

 

Peter Moore irá receber 550,000 dólares - cerca de 399,000€ - por ano. A este valor junta-se a possibilidade de receber um bónus no valor de 75 porcento da base salarial anual.

 

Como cereja no topo do bolo, arrecadou 1,500,00 dólares - cerca de 1,088,00€ - como reconhecimento de futuras compensações por ter abandonado o seu cargo na Microsoft.

 

Coitadinho. As dificuldades financeiras serão muitas. Mas ao menos estará envolto em clima de amor familiar. E o amor alimenta a alma.

 

Dólares à parte, veremos como serão as relações com a Sony, pois ainda há poucos dias o senhor não poupou palavras para criticar a gigante nipónica. Caso não tenham lido, aqui ficam algumas das frases proferidas por Moore em entrevista ao GameDaily:

 

“(...) a Sony está a ser ultrapassada por quanto? 6-1 (pela Wii)? Podem ter a certeza que a Sony delineou um plano a longo prazo, baseado no sucesso no Japão, plano esse que se está a desfazer.”

 

“Delineei um plano (para o Japão), mas não acredito que as minhas expectativas estivessem sequer perto das da Sony. Eles estão em queda. Estão a falhar os seus objectivos por uma margem muito maior do que eu estou a falhar os meus.”

 

“Eles (Sony) podem ter os “planos a dez anos” que quiserem, mas o que interessa é a execução desse plano e chegar aos consumidores com um preço apelativo. Sinto que estou mais próximo de conseguir isso do que eles.”

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por luxxx às 12:59

Quinta-feira, 05.07.07

Guitar Hero sob o efeito de anabolizantes

Sou um adepto incondicional de Guitar Hero desde o dia em que o primeiro jogo foi lançado. Eu e a minha guitarrinha de plástico somos um! Depois vieram as continuações e adaptações a novas máquinas. A paixão foi aumentando.

 

O tempo passou, Guitar assumiu o estatuto de blockbuster, a Harmonix cresceu e partiu na direcção do ninho da Electronic Arts. Como fruto desta parceria, surgiu no horizonte um Hero sob efeito de anabolizantes, que mistura a mecânica do original com as delícias de Singstar.

 

O resultado tem tudo para ser um must para as noites entre amigos, especialmente após a ingestão de algumas cervejinhas. O vídeo - algo antigo, pois ainda não era utilizada a réplica da Fender Stratocaster - é a prova disso mesmo. Multiplayer no seu melhor... puro divertimento! Vou adorar! E dominar “Don’t Fear the Reaper”, clássico dos Blue Oyster Cult, é um sonho tornado realidade.

 

Claro que nem tudo são rosas. Apesar de ser compatível com a guitarra de GH, não faltam extras para serem comprados à parte, o que poderá elevar Rock Band ao estatuto de jogo mais caro de sempre. Viola... baixo... micro... bateria... grades de cerveja. Um barril de euros.

 

O melhor será começar a poupar uns euros, pois este não me escapará de forma alguma. Até já comecei a afastar os móveis da sala...

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por luxxx às 13:59

Quinta-feira, 29.03.07

Passo isso até de olhos fechados!

É o que se chama conhecer um jogo até de olhos fechados!

 

Um produtor da Electronic Arts mostrou os seus dotes em Boom Boom Rocket, a nova obra da Bizarre Creations com destino ao Live Arcade.

 

O rapaz escolheu o nível de dificuldade mais elevado, tapou os olhos e... poucos minutos depois tinha obtido uma pontuação quase perfeita. É no que passar-se os dias a acompanhar o desenvolvimento de um jogo.

 

E uma coisa é certa, Boom Boom Rocket está com um aspecto formidável, fazendo lembrar um Fantavision sob o efeito de anabolizantes, tendo tudo e mais alguma coisa para ser um bom herdeiro do excelente Geometry Wars.

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por luxxx às 12:34

Quinta-feira, 28.12.06

Mas nem tudo foram rosas

Entre o deve e o haver, 2006 foi um excelente ano para quem goste de vídeojogos. Mas... não faltaram pontos baixos. E por muito que me custe dizer, a Sony teve grande cota parte no tal “deve”.

 

Lançamento mundial da PS3 não cumprido... incapacidade de colocar nas lojas um número suficiente de máquinas... baixas de preço antes do lançamento da máquina... confusão completa no que toca a saídas HDMI... Gran Turismo HD que passou à forma de curtas demos...

 

Apesar de algumas destas mudanças de estratégia serem benéficas, a realidade é que quase tudo o que foi anunciado na E3 foi alterado com o decorrer dos meses, facto pouco comum numa empresa com a experiência da Sony.

 

No que respeita à Microsoft, é incompreensível como relegou a produtoras externas a “alimentação” e promoção da sua consola durante 8 meses. Pois é... entre Fevereiro e Setembro não foi lançado um único jogo distribuído pela empresa de Bill Gates. Muito estranho, especialmente tratando-se de uma máquina acabada de chegar ao mercado. Este senão teve repercussões em pequenos mercados como o nosso, onde, por motivos óbvios, uma Electronic Arts prefere promover um Fight Night Round 3 versão  PS2 do que o seu congénere Xbox 360. Assim... caiu em perfeito esquecimento até à realização do X06.

 

Quanto à Nintendo, é triste que a casa Europa tenha prejudicado a chegada da Wii ao nosso país. O número de máquinas com destino a Portugal foi reduzido a poucos dias do lançamento, os acessórios vieram em pouca quantidade e houve jogos que nem chegaram às lojas a 8 de Dezembro - é o caso de Wii Play. A Concentra, neste caso, não teve culpa do sucedido. Apesar do branding Nintendo ter pouca expressão por estes lados, merecíamos um pouco mais. Mas há que dizer que parece que a situação está a mudar...

 

Claro que dentro do departamento do “deve” também cabem vários jogos que não cumpriram as promessas e resmas de produtos péssimos lançados semanalmente para as lojas.

 

Outro ponto baixo foi a fim da E3. Ok... era uma feira de vaidades... ok... obrigava as produtoras a concentrarem-se em demos, colocando de lado o desenvolvimento do produto final... ok... era cara...

 

... mas a realidade é que fornecia um charme extra ao mês de Maio, que sem ela será mais triste. O mesmo poderá ser aplicado ao Tokyo Game Show, que parece seguir o mesmo caminho.

 

Mas volto a dizer, entre o deve e o haver... 2006 foi um excelente ano para quem goste de vídeojogos. E 2007 promete mesmo muito!

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por luxxx às 16:49


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