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GameOver: Blog oficial

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Quinta-feira, 11.12.08

E assim foi o Natal de 1990

A batalha entre a Nintendo e a SEGA no Natal de 1990. Adoro Gears, não passo sem uma sessão de Left 4 Dead e derreto-me a jogar LittleBigPlanet... mas não consigo deixar de sentir saudades.


Trata-se de uma reportagem do eterno “Good Morning America”, na qual se fala sobre a chegada ao mercado da MegaDrive, com os16 bits da SEGA preparados para fazerem frente aos 8 bits da Nintendo.


A reportagem é deliciosa. Outros tempos. Outras caras. Outro palavreado. Muita ingenuidade. Tanta coisa que mudou em dezoito aninhos.

 


E faz agora precisamente dezassete anos que comprei a minha MegaDrive, acompanhada por Sonic the Hedgehog, poucas semanas após ter adquirido um tijolinho chamado Game Boy, com Tetris, e vários meses antes de me ter atirado de cabeça para a Super Nintendo, com Super Mario World incluído.


Volto a dizer... saudades...

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por luxxx às 13:23

Terça-feira, 05.08.08

A E3 em 1995

E era assim a E3 em 1995. Dançava-se... cantava-se... mostrava-se o corpinho e o dinheiro para gastar era muito. As saudades também são.


Basicamente, os dólares não eram poupados no que toca à promoção de cada jogo, com cada produtora a tentar captar as atenções com espectáculos dentro do espectáculo que era a própria E3. Exactamente o contrário do que tem acontecido nestes últimos dois anos, ao ponto de Simon Jeffrey, presidente da SEGA of America, comparar a edição de 2008 a “um evento com a atmosfera de um enorme corredor de hospital”.


O oposto do vídeo que se segue, portanto, que nos mostra a apresentação de Killer Instintc Super Nintendo... no distante ano de 1995.

 


Até as personagens dançavam ao ritmo da música, acompanhando umas meninas com penteados algo datados.


Já agora... o jogo era/é realmente bom. Grandes tempos da Rare, que faziam o impossível com o hardware da 16 bits Nintendo.

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por luxxx às 13:54

Quinta-feira, 24.04.08

Isto são edições limitadas!

Graças adeus que eles existem! São rapazes cheios de tempo livre nas mãos, que ocupam os seus dias a realizar as mais inacreditáveis modificações em consolas.

 

Começo com o grande mestre Benjamin Heckenforn. Foi da sua mente que saiu uma dupla de máquinas HD transformadas em portáteis. Se o laptop 360 foi criado no início do ano, a versão PS3 é novinha em folha, encontrando-se à venda na ebay. A mais recente licitação foi de 23,600 dólares. A receita será entregue à National Cancer Coalition. Excelente!

 



Farto de trocar de consolas para jogar as suas obras favoritas, Richard DaLuz montou um “monstro” chamado Super Genintari. Basicamente, trata-se de um quatro-em-um, composto por uma Atari 2600, uma NES, uma Super Nintendo e uma MegaDrive. Muito, muito feia!

 


Uma gracinha é a criação de Kotomi, que transformou um cartucho NES numa pequena consola NES. Impressionante!

 


Para terminar, conheçam a obra máxima de Parker Dillmann: uma portátil NES feita de madeira! Confesso de adoro esta delícia!!!

 


E como vou abandonar a cidade durante os próximos dias... 25 de Abril sempre!!! A terra a quem a trabalha!!! A cantiga é uma arma contra a burguesia!! O povo unido nunca mais será vencido!!! Nem mais um soldado para a colónias!!! O povo está com o MFA!!! A banca é do povo!!! Viva a reforma agrária!!!

 

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por luxxx às 13:33

Quinta-feira, 10.05.07

Nem tudo foram rosas...

A Nintendo é conhecida por tratar com pinças a imagem das personagens dos seus jogos. Mas nem sempre foi assim...

 

No final dos anos 80, principio dos anos 90, a gigante nipónica entrou num verdadeiro turbilhão de loucura. E desse turbilhão nasceram as três passagens de Link pelo terrível CD-i da Phillips.

 

A parceria feita com a empresa aconteceu após o final do período de amizade entre a Nintendo e a Sony, que tinha como objectivo a criação de um leitor de CD-ROM para a Super Nintendo.

 

E assim surgiram Link: The Faces of Evil, Zelda: The Wand of Gamelon – de onde vieram os vídeos aqui colocados – e Zelda’s Adventure. Os jogos não foram desenvolvidos pela Big-N, tendo saído dos estúdios da Animation Magic e da Viridis. Vómito garantido!

 

 

Por essa coisa chamada CD-i – o nome nem deveria ser aqui pronunciado – passou também uma aventura de Mario – Mario Hotel – sendo considerado como um dos piores jogos da história da galáxia.

 

Este infame casamento com a Phillips deveria ter resultado numa nova consola Nintendo, com jogos em formato CD. Felizmente, tudo não passou de um soluço. Um tropeção na história da empresa de Quioto.

 

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por luxxx às 14:44

Quinta-feira, 19.04.07

ZX Spectrum: Não há amor como o primeiro!

Muitos têm uma paixão pela NES, outros pela Super Nintendo e alguns pela MegaDrive. Mas na parte que me toca, o ZX Spectrum é a máquina que para sempre terá um lugar muito especial junto ao meu coração.

 

Foram anos de descoberta. De cassetes. De gravadores. De longos tempos de loading. De jogos que semanalmente ultrapassavam as barreiras impostas pelo hardware. De puro prazer.

 

De títulos programados em quartos de adolescentes. Do nascimento da Ultimate. De Manic Miner e Jet Set Willy. De enorme criatividade. Do surgimento de novos géneros e mecânicas. De obras que eram fruto de muita teimosia e amor. De The Way of the Exploding Fist. De Sandy White criar Ant Attack, o primeiro jogo em perspectiva isométrica. De Sabre Wulf.

 

Da frase “Tape Loading Error”. De inserção de Load “”. Das teclas de borracha e das letras que iam desaparecendo devido ao suor. De Costa Panayi e do seu Highway Encounter. De Chuckie Egg. De esperar ansiosamente pela edição mensal da Crash. Das oito cores. Dos 48K.

 

Das horas não passarem depressa, para chegar a casa e voltar a tentar a minha sorte em Head Over Heels. Das cuequinhas da personagem feminina de Ant Attack.

 

De pura paixão!

 

 

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por luxxx às 13:30

Terça-feira, 12.12.06

Jogar numa ilha deserta

“Que...(a preencher por quem de direito)... levarias para uma ilha deserta?”

 

Esta é uma pergunta clássica em entrevistas, magazines de televisão e em dias passados entre amigos. Calculo que em blogs também.

 

Como este post foi colocado num blog, blog esse dedicado a vídeojogos, a pergunta que se impõe é: “Que jogos levaria comigo para uma ilha deserta?”

 

E que questão complicada essa. A minha vida é longa e por ela passaram muitas obras que a marcaram bem marcadinha. E se tivesse de escolher apenas doze, junto aos quais teria de passar, em solidão, o resto dos meus dias?!?!

 

Bem... peço desculpa se me esqueci de algum... mas aqui fica a listinha:

 

1 – Robotron, na sua versão máquinas de arcadas. Obra máxima de Eugene Jarvis. Adrenalina pura. Confesso que fiquei indeciso entre Robotron e Tempest.

 

2 – Ms. Pacman. Tenho a máquina de arcadas em casa, portanto, seria fácil colocá-la num avião. É um Pacman sob efeito de anabolizantes. A primeira grande sequela da história dos jogos.

 

3 – Ant Attack. Jogo de Sandy White para o Spectrum. Um mimo que me deu a conhecer as pseudo 3 dimensões e as delícias da perspectiva isométrica. Além do mais, foi o primeiro título vídeojogável onde se viam as cuequinhas da protagonista. As meninas de Dead or Alive que se roam de inveja! Pura arte!!!

 

4 – Speedball 2. Rollerball, segundo a visão dos Bitmap Brothers. À conta dele parti resmas de joysticks do Amiga. Acreditem que ainda tenho cicatrizes na palma da mão direita. Literalmente... este marcou-me para sempre!

 

5 – Super Mario World. Talvez o melhor jogo de plataformas. Fácil de começar, difícil de se dominar... mas jogabilidade na sua forma mais pura! Uma paixão. Shigeru Miyamoto no seu melhor!

 

6 – GunStar Heroes. O mais original dos jogos da Treasure, que acertou em cheio no coração da MegaDrive. Tão criativo, tão criativo que até chega a chatear. Uma obra-prima!

 

7 – Sonic CD. O grande jogo da malograda MegaCD. Gráficos de luxo, longo, imaculadamente jogável e com uma banda sonora de se chorar por mais – no que toca à versão japonesa. Uma das paixões da minha vida!

 

8 – The Legend of Zelda: A Link to the Past. Tudo o que o franchise Nintendo tem de melhor encontra-se neste capítulo para a Super Nintendo. Um marco!

 

9 – Panzer Dragoon Saga. O RPG! Mais um que me marcou literalmente, com Azel a acompanhar-me até ao fim dos meus dias. Pois é... está tatuada no meu braço esquerdo! Convém referir que é a obra máxima do Team Andromeda para a Sega Saturn.

 

10 – Diablo. Não poderia passar o resta da minha existência sem um jogo da Blizzard. Tão simples quanto isso!

 

11 – Mario64. Este não necessita de qualquer comentário. É a revolução em forma de vídeojogo.

 

12 – Super Street Fighter II, na sua versão Super Nintendo. Teria de levar comigo o comando da SNES. Sem ele não sou nada naquela que deverá ser obra por mim mais horas utilizada!

 

Por fim... em forma de bónus... levaria a minha máquina de flippers. Sim, também tenho uma na sala da minha casa. E adoro-a do fundo do coração!!!!!! É a menina dos meus olhos!!!!

 

Já agora, termino com uma pergunta: Que jogos levariam com vocês para uma ilha deserta?

 

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por luxxx às 16:34

Segunda-feira, 20.11.06

Não há amor como o primeiro

Na parte que me toca, o primeiro jogo usufruído numa máquina acabada de comprar fica para sempre junto ao meu coração, mesmo sendo de qualidade duvidosa. Quero com isto dizer que pode não ter ficado para a história dos vídeojogos... mas ficou para a história do Luís.

 

E a história do Luís é:

 

Spectrum – Horace Goes Skiing (Melbourne House... tão básico... tão lindo)

Commodore 64 – The Way of the Exploding Fist (Melbourne House... o primeiro grande, grande, grande beat’em up)

Atari ST – Xenon (The Bitmap Brothers... como eu os adorava!!!)

Commodore Amiga 500 – Defender of the Crown (Cinemaware... luxo visual)

NES – Super Mario Bros 3 (Nintendo... sem palavras!)

Commodore CDTV – Sem comentários...

MegaDrive – Sonic the Hedgehog (Sega/Sonic Team... amor à primeira vista)

Super Nintendo – Super Mario World (Nintendo... perfeição pura)

GameBoy – Tetris (Nintendo... 17 anos depois ainda é muito usado)

PC – Wolfenstein (id... o meu primeiro FPS... sniiiiiiiif)

MegaCD – Sonic CD (Sega/Sonic Team... a melhor aventura de Sonic!!!)

32X - DOOM (id... excelente adaptação)

Atari Jaguar – Alien vs Predator (Rebellion... um FPS de luxo!)

PlayStation – Tekken (Namco... conquistou-me para sempre)

Sega Saturn – Panzer Dragoon (Sega/Team Andromeda... lindo de morrer!)

N64 – Super Mario64 (Nintendo... a revolução!)

Dreamcast – Sonic Adventure (Sega/Sonic Team... é Sonic...)

PlayStation2 – Fantavision (SCE... primeiro estranha-se, depois entranha-se)

Xbox – Halo (Bungie... um dos melhores FPS de sempre!)

GameCube – Luigi’s Mansion (Nintendo... bem engraçado)

GameBoy Advance – Castlevania: Circle of the Moon (Konami... lindo!)

Nintendo DS – Super Mario64 (Nintendo... a revolução na palma das mãos!)

PSP – Lumines (Q Entertainment... o melhor spin-off de Tetris)

Xbox 360 – Kameo (Rare... HD... HD... HD... Rare)


Enfim... todos lindos. Todos responsáveis por me terem oferecido horas de enorme prazer vídeojogável. Todos com um lugarzinho junto ao meu coração. E agora que venha a Wii e a PS3!

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por luxxx às 02:16

Terça-feira, 07.11.06

As três da vida airada

Xbox 360... PS3... Wii...

 

Duas declaradamente em confronto directo e uma que tem como lema: “sou diferente, não tenho nada a ver com a guerra next-gen, portanto... comprem-me”. Trocando por miúdos... temos três consolas declaradamente em confronto directo.

 

Durante as próximas semanas, os fóruns e os blogues dedicados aos vídeojogos vão ficar carregados de mensagens de amor a umas e declarações de ódio a outras. Alguns posts serão racionais, outros nem por isso, assemelhando-se a discussões sobre futebol, mas tendo como pano de fundo o universo das consolas.

 

No que toca à Europa, o mesmo já aconteceu na era Spectrum/Commodore 64... na era Atari ST/Commodore Amiga... na era MegaDrive/Super Nintendo... mas nessa altura as missivas eram colocadas nas páginas do correio de leitores das revistas da especialidade.

 

Depois veio a net e com ela a acalorada troca de opiniões sobre a Saturn/PlayStation/N64. Chegaram as 128 bits e aí os fóruns atingiram o rubro. Insultos, alianças, utilizadores banidos, textos realmente interessantes e outros muito pelo contrário. Literalmente, fizeram-se amigos e inimigos.

 

É no que dá a paixão.


Por mim, desejo que as novas meninas tenham uma longa, longa vida, repleta de bons jogos. Em minha casa serão bem alimentadas, terei tempo para brincar com as três, levarão um beijinho antes de adormecerem e poderão contar com muito mimo, carinho e até com caixinhas de bombons. Agora, venham ter aqui com o papá, queriduchas, que a espera está a dar comigo em doido!

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por luxxx às 01:37


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