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Quinta-feira, 28.12.06

Mas nem tudo foram rosas

Entre o deve e o haver, 2006 foi um excelente ano para quem goste de vídeojogos. Mas... não faltaram pontos baixos. E por muito que me custe dizer, a Sony teve grande cota parte no tal “deve”.

 

Lançamento mundial da PS3 não cumprido... incapacidade de colocar nas lojas um número suficiente de máquinas... baixas de preço antes do lançamento da máquina... confusão completa no que toca a saídas HDMI... Gran Turismo HD que passou à forma de curtas demos...

 

Apesar de algumas destas mudanças de estratégia serem benéficas, a realidade é que quase tudo o que foi anunciado na E3 foi alterado com o decorrer dos meses, facto pouco comum numa empresa com a experiência da Sony.

 

No que respeita à Microsoft, é incompreensível como relegou a produtoras externas a “alimentação” e promoção da sua consola durante 8 meses. Pois é... entre Fevereiro e Setembro não foi lançado um único jogo distribuído pela empresa de Bill Gates. Muito estranho, especialmente tratando-se de uma máquina acabada de chegar ao mercado. Este senão teve repercussões em pequenos mercados como o nosso, onde, por motivos óbvios, uma Electronic Arts prefere promover um Fight Night Round 3 versão  PS2 do que o seu congénere Xbox 360. Assim... caiu em perfeito esquecimento até à realização do X06.

 

Quanto à Nintendo, é triste que a casa Europa tenha prejudicado a chegada da Wii ao nosso país. O número de máquinas com destino a Portugal foi reduzido a poucos dias do lançamento, os acessórios vieram em pouca quantidade e houve jogos que nem chegaram às lojas a 8 de Dezembro - é o caso de Wii Play. A Concentra, neste caso, não teve culpa do sucedido. Apesar do branding Nintendo ter pouca expressão por estes lados, merecíamos um pouco mais. Mas há que dizer que parece que a situação está a mudar...

 

Claro que dentro do departamento do “deve” também cabem vários jogos que não cumpriram as promessas e resmas de produtos péssimos lançados semanalmente para as lojas.

 

Outro ponto baixo foi a fim da E3. Ok... era uma feira de vaidades... ok... obrigava as produtoras a concentrarem-se em demos, colocando de lado o desenvolvimento do produto final... ok... era cara...

 

... mas a realidade é que fornecia um charme extra ao mês de Maio, que sem ela será mais triste. O mesmo poderá ser aplicado ao Tokyo Game Show, que parece seguir o mesmo caminho.

 

Mas volto a dizer, entre o deve e o haver... 2006 foi um excelente ano para quem goste de vídeojogos. E 2007 promete mesmo muito!

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por luxxx às 16:49

Segunda-feira, 11.12.06

Wii: O que é nacional é bom?

A Wii chegou a Portugal. Teve honras de lojas abertas à meia-noite, filas de espera e até de uma festa no Oceanário. Será que é desta que a Nintendo vinga no nosso país?

 

Pela primeira vez em Portugal, uma consola da Big-N teve direito a um lançamento digno desse nome. Filas, festas, reportagens nos vários canais de televisão, famosos com o Wiimote nas mãos e a palavra “esgotada” a ser proferida em tudo quanto é loja e lojinha.

 

Mas queixas não têm faltado. Rayman nem vê-lo, Red Steel em falta, Wii Play é mentira, falta de Wiimotes extra, comando clássicos em pouca quantidade, etc, etc, etc.

 

E de quem será a culpa? Da Concentra? Das distribuidoras externas que não conseguiram colocar determinados jogos nas lojas? Da Nintendo Europa que se esqueceu do nosso país? Ou será que se trata do problema habitual no que toca ao lançamento de consolas nesta terrinha à beira-mar plantada? Eu aponto mais para esta última hipótese.


Quem não se lembra das poucas PS2 - e pouca variedade de jogos - distribuídas no dia de lançamento da consola? Quem não se lembra de títulos do line-up de estreia da PSP que levaram várias semanas para chegarem às lojas, tendo o mesmo acontecido com diversas obras de estreia da Xbox? Por muito que nos custe, seremos sempre brindados de forma proporcional ao resto da Europa, ou seja, convém não esquecer que não passamos de 10 milhões de habitantes...



A realidade é que, mais problema menos problema, pela primeira vez senti o “alma Nintendo” a dar sinal de si em Portugal. Efeito dos ecos que vêm lá de fora? Uma campanha promocional que acertou em cheio no alvo? O passa palavra? A sede por experiências de jogo diferentes? Um preço mais barato? Talvez um pouco de tudo isto.

 

E a pergunta impõe-se: será que é desta que a Big-N entra em força por terras lusas? Sinceramente, espero bem que sim. Sinceramente, acho que sim.


Já agora,  enquanto consumidores, qual a vossa opinião sobre a chegada  da Wii ao nosso país: sim, não ou quem dera?

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por luxxx às 17:42


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