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Sexta-feira, 23.10.09

Os cinco de Molyneux

Peter Molyneux deu a conhecer aqueles que para ele são os cinco jogos mais revolucionários dos últimos vinte anos. E quando Molyneux fala eu ouço. Atentamente.

 

A lista de obras foi dada a conhecer durante uma palestra dada pelo criador britânico durante um evento da BAFTA... o mesmo durante o qual foi anunciado que Project Natal estará presente em Fable 3.

 

Sem mais, aqui fica a lista...

 

Dune 2 RTS: Jogo que ofereceu uma mecânica mais cerebral ao género.

 

Mario64: O verdadeiro precursor de jogos como GTA IV, baseando-se num ambiente aberto.

 

Tomb Raider: Jogo que tinha como protagonista uma heroína icónica em vez de um homem musculado.

 

Halo: Jogo que trouxe os FPSs até às consolas.

 

World of Warcraft: O uso do “truque da cenoura” para fazer com que os jogadores não parem de jogar.

 

 

E pronto. São cinco de Molyneux. Nem todos estarão de acordo, mas Sir Peter é Sir Peter e o resto é conversa.

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por luxxx às 13:04

Sexta-feira, 02.11.07

It’s me, Charles Martinet

Com Galaxy a bater à porta, nada como ficarem a conhecer o homem que se esconde por detrás de Mario. E não... não estou a referir-me a Miyamoto.

 

Obviamente que as frases de Mario tiveram de sair de algum lado. Esse lado chama-se Charles Martinet. Foi ele o responsável por ter criado a voz que todos conhecemos ao longo de muitos anos. Portanto, nada como passarem os olhos pelo vídeo e associarem a voz à imagem... por um pouco deprimente que seja.

 

A ligação Martinet/Mario começou em 1995, em Mario FUNdamentals, passagem da Nintendo pelo universo PC. Mas a fama foi atingida no momento que Mario64 atingiu em cheio o mercado, com os primeiros segundos de contacto com a obra a serem brindados com o imortal “It’s Mario!”, seguido do grande “Hello”.

 

A partir desse momento, Martinet ficou para sempre intimamente ligado ao canalizador... e não só. Isto porque as colaborações estenderam-se às vozes de Wario, Waluigi, Luigi, Baby Mario, Baby Luigi e Toadsworth.

 

Pelo meio, conta com resmas de participações numa mão cheia de vídeojogos, para além de algumas séries de televisão.

 

Agora só peço que Martinet chegue rapidamente a minha casa em Super Mario Galaxy, cuja voz virá acompanhada por músicas orquestradas... finalmente!!!

 

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por luxxx às 13:37

Terça-feira, 12.12.06

Jogar numa ilha deserta

“Que...(a preencher por quem de direito)... levarias para uma ilha deserta?”

 

Esta é uma pergunta clássica em entrevistas, magazines de televisão e em dias passados entre amigos. Calculo que em blogs também.

 

Como este post foi colocado num blog, blog esse dedicado a vídeojogos, a pergunta que se impõe é: “Que jogos levaria comigo para uma ilha deserta?”

 

E que questão complicada essa. A minha vida é longa e por ela passaram muitas obras que a marcaram bem marcadinha. E se tivesse de escolher apenas doze, junto aos quais teria de passar, em solidão, o resto dos meus dias?!?!

 

Bem... peço desculpa se me esqueci de algum... mas aqui fica a listinha:

 

1 – Robotron, na sua versão máquinas de arcadas. Obra máxima de Eugene Jarvis. Adrenalina pura. Confesso que fiquei indeciso entre Robotron e Tempest.

 

2 – Ms. Pacman. Tenho a máquina de arcadas em casa, portanto, seria fácil colocá-la num avião. É um Pacman sob efeito de anabolizantes. A primeira grande sequela da história dos jogos.

 

3 – Ant Attack. Jogo de Sandy White para o Spectrum. Um mimo que me deu a conhecer as pseudo 3 dimensões e as delícias da perspectiva isométrica. Além do mais, foi o primeiro título vídeojogável onde se viam as cuequinhas da protagonista. As meninas de Dead or Alive que se roam de inveja! Pura arte!!!

 

4 – Speedball 2. Rollerball, segundo a visão dos Bitmap Brothers. À conta dele parti resmas de joysticks do Amiga. Acreditem que ainda tenho cicatrizes na palma da mão direita. Literalmente... este marcou-me para sempre!

 

5 – Super Mario World. Talvez o melhor jogo de plataformas. Fácil de começar, difícil de se dominar... mas jogabilidade na sua forma mais pura! Uma paixão. Shigeru Miyamoto no seu melhor!

 

6 – GunStar Heroes. O mais original dos jogos da Treasure, que acertou em cheio no coração da MegaDrive. Tão criativo, tão criativo que até chega a chatear. Uma obra-prima!

 

7 – Sonic CD. O grande jogo da malograda MegaCD. Gráficos de luxo, longo, imaculadamente jogável e com uma banda sonora de se chorar por mais – no que toca à versão japonesa. Uma das paixões da minha vida!

 

8 – The Legend of Zelda: A Link to the Past. Tudo o que o franchise Nintendo tem de melhor encontra-se neste capítulo para a Super Nintendo. Um marco!

 

9 – Panzer Dragoon Saga. O RPG! Mais um que me marcou literalmente, com Azel a acompanhar-me até ao fim dos meus dias. Pois é... está tatuada no meu braço esquerdo! Convém referir que é a obra máxima do Team Andromeda para a Sega Saturn.

 

10 – Diablo. Não poderia passar o resta da minha existência sem um jogo da Blizzard. Tão simples quanto isso!

 

11 – Mario64. Este não necessita de qualquer comentário. É a revolução em forma de vídeojogo.

 

12 – Super Street Fighter II, na sua versão Super Nintendo. Teria de levar comigo o comando da SNES. Sem ele não sou nada naquela que deverá ser obra por mim mais horas utilizada!

 

Por fim... em forma de bónus... levaria a minha máquina de flippers. Sim, também tenho uma na sala da minha casa. E adoro-a do fundo do coração!!!!!! É a menina dos meus olhos!!!!

 

Já agora, termino com uma pergunta: Que jogos levariam com vocês para uma ilha deserta?

 

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por luxxx às 16:34

Quarta-feira, 22.11.06

Velho do Restelo

De quando em vez é lançada uma compilação de velhos clássicos. De quando em vez dou por mim a pensar “isto é que eram tempos, caramba!”

 

Foi o que aconteceu após algumas horas na companhia de Capcom Classics Collection Reloaded para a PSP. Ghosts’n Goblins, 1942, Street Fighter II, Commando, Mercs... foi uma barrigada de matar saudades, que só pecou pela falta de comparência de Final Fight. Ou seja, têm sido horas e mais horas de “isto é que eram tempos, caramba!”

 

Mas, pensando a frio e sem saudosismos, confesso que não sei se conseguiria passar sem ter ao meu lado uma máquina que ofereça pura luxúria visual. Quero com isto dizer que é excelente matar saudades de Gauntlet... sabendo que pela madrugada fora vou ter como companhia o HD e o online de Gears of War.

 

E este sentimento não é de agora. Por exemplo, Super Mario World é um dos jogos da minha vida. Mas após ter passado por Mario64... gosto de voltar à carga na aventura SNES, mas sempre sentindo alguma falta do 3D total da obra criada para o hardware da N64.

 

Será que mesmo sendo apaixonados pelo retrogaming conseguiríamos regressar ao passado, dizendo adeus ao que de melhor nos consegue oferecer o hardware das mais recentes máquinas? No que me diz respeito, jogar Time Pilot ‘84 dá-me um enorme gozo, mas Marcus Fenix e os Locust já fazem parte da minha vida... que sem eles perderia um pouco do seu colorido!

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por luxxx às 01:20


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