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Terça-feira, 27.03.07

PS3 domina em Portugal e Inglaterra

Ao contrário do que muitos esperavam, as vendas da nova consola Sony superaram as expectativas no que toca a Portugal e Inglaterra.

 

Começando pelo Reino Unido, os primeiros dados oficias, fornecidos pela ChartTrack, revelam que foram vendidas 165.000 PlayStation3 durante o fim-de-semana que se seguiu ao lançamento da máquina.

 

Apesar de não terem havido filas às portas da lojas e de não faltarem PS3 nas prateleiras, tudo indica que a Sony tenha reais razões para estar muito contente.

 

Comparativamente, saibam que a Wii vendeu 105.000 no primeiro fim-de-semana e que a Xbox 360 atingiu as 70.000 dos três dias que se seguiram ao seu lançamento.

 

Convém também ter em conta que o preço da PlayStation3 é bem mais elevado do que o das suas “adversárias” e que tanto a Wii como a 360 atingiram as lojas em pleno período natalício.

 

No outro prato da balança encontra-se a pergunta: será que a Nintendo e a Microsoft não aumentariam o número de máquinas vendidas se tivessem consolas em número suficiente para responderem aos pedidos? Talvez sim... talvez não. Será que é prova que os lançamentos quase mundiais ficam muito bem no papel, mas que na prática não resultam tão bem quanto deveriam? Talvez sim... talvez não.

 

Suposições, suposições, suposições. A frieza dos números, essa ficará para a história das consolas por terrenos britânicos.

 

No que respeita ao nosso país, foi revelado que vendeu seis vezes mais do que a PS2 em fim-de-semana pós lançamento.

 

Sabendo-se que apenas 1000 128 bits foram disponibilizadas para Portugal, no que toca ao dia da sua chegada à Europa, é fácil chegar-se ao número aproximado de PlayStation3 vendidas num período de três dias... o que é obra para um pequeno país como o nosso.

 

Enfim... a Sony tem razões para sorrir, pelo menos no que toca a Inglaterra e ao cantinho mais ocidental da Europa.

 

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por luxxx às 11:02

Terça-feira, 13.03.07

A encruzilhada Wii

Não há a mínima dúvida que os primeiros meses da Wii dificilmente poderiam ter corrido melhor para a nova consola Nintendo, com as vendas a serem altíssimas em tudo quanto é continente. Mas com o efeito novidade a desvanecer-se, chegou a hora de perguntar: E agora?

 

Aos poucos, o charme de Wii Sports começa a desaparecer das noites entre amigos, Twilight Princess foi dominado e concluído, Smooth Moves já não tem segredos e Excite Truck não demorará a ser totalmente conquistado. Restam-me os jogos vindos de produtoras externas, jogos esses que - com algumas excepções - deixam muito, mas mesmo muito, a desejar.

 

Confesso que sinto alguma angústia ao perceber que grande parte das mais prometedoras obras Wii – todas elas desenvolvidas internamente na Nintendo – estão longe no horizonte, exceptuando o grandeSuper Paper Mario.

 

Mario Galaxy provavelmente no Natal... Metroid Prime por datar... e o mesmo acontecendo a Super Smash. E até lá, como irá a Nintendo conquistar novos adeptos para a sua máquina, impedindo que o hype gerado à sua volta comece a desaparecer?

 

Claro que Pokémon Battle, e respectiva chegada do multiplayer online, poderá fornecer um bom fôlego para o Verão que se aproxima... mas será o bastante?

 

Apesar de em teoria não faltarem potencialidades a vários títulos externos com lançamento agendado para as próximas semanas/meses, a realidade é que baseado na experiência destes últimos quatro meses é impossível não temer o pior.

 

Isto porque as equipas de desenvolvimento têm trilhado o caminho mais fácil, adaptando jogos criados para comandos tradicionais, limitando-se a inserir vários pormenores que tiram partido das características do Wiimote. O resultado final não tem sido o melhor, com a jogabilidade a sofrer rombos. Isto para não dizer que tudo fica “pouco natural”. É o caso de Ultimate Alliance, só para dar um pequeno dos muitos exemplos possíveis.

 

Será que a Nintendo tem razões para estar preocupada? A verdade é que no Japão as vendas de PSP acabam de ultrapassar as da Wii, que apesar de se encontrar no terceiro lugar da tabela viu a PS3, a sua concorrente mais directa, a dobrar as vendas. Isto porquê? Porque chegou ao Japão um jogo vindo da Koei que assenta que nem uma luva no mercado nipónico: Gundam Musou – com 170.000 exemplares vendidos numa semana.

 

Cabe à Nintendo, e aos muitos utilizadores da consola, tentar passar a mensagem que a “preguiça” não traz grandes frutos. Muito pelo contrário, pois uma letal sucessão de maus jogos poderá afectar perigosamente a imagem da Wii. Há que desenvolver de raiz! Há que dar uso à criatividade! Há que não pensar apenas e só no sensor de movimentos!

 

Convém não esquecer que a “guerra next-gen” ainda vai no início e os títulos vindos de software-house externas têm importância vital para o sucesso das máquinas, pois são eles que as alimentam entre os lançamentos de obras desenvolvidas internamente.

 

E o povo é sábio... e o povo costuma dizer que “o primeiro milho é para os pardais”.

 

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por luxxx às 15:19

Sábado, 17.02.07

Da fotocópia ao jogo traduzido

No que toca a manuais, ao longo da vida passei pelas mais variadas situações. Como não sou propriamente novo, muito pelo contrário, obviamente que a minha experiência caseira com vídeojogos - que se seguiu a um período de gastos astronómicos nas salas de arcadas, a colocar moedas em mimos como Pac-Man e Defender - aconteceu na companhia do ZX Spectrum.

 

Ora bem... dependendo da boa vontade dos senhores responsáveis pelas lojas, as cassetes eram, na melhor das hipóteses, vendidas com uma fotocópia na tampa da caixa. Instruções?! Nem pensar nisso é bom! Luxos desses não existiam num país onde a lei respeitante a produtos informáticos apenas entrou em vigor no anos 90.

 

Por essa razão, o jogos do Amiga nem capinha fotocopiada tinham. “Dá cá a disquete... (pausa para se copiar a obra pretendida)... toma lá a disquete... dá cá o dinheiro.” Instruções?!?! “Pois sim, desenrasca-te.” No caso do Commodore,  a situação era mais complicada, visto a complexidade e variedade da mecânica dos jogos serem, geralmente, bem superiores à dos títulos da saudosa máquina de Sir Clive Sinclair.

 

O nascimento das consolas 16 bits, no início dos anos 90, mudou a situação. Finalmente, chegaram a Portugal os distribuidores oficiais. Caixas de boa qualidade, bem coloridas e manuais de instruções traduzidos para a língua de Camões. Gralhas e erros não faltavam e os tais manuais assumiam a forma de fotocópias a preto e branco – no caso da Nintendo, eram folhinhas dobradas sobre si próprias, literalmente esborrachadas dentro das caixas.

 

Os anos passaram... a qualidade do produto final aumentou de forma significativa. Desapareceram os manuais fotocopiados, surgiram os livros de instruções imprimidos de forma profissional. Aí sim, senti que nos estávamos a tornar europeus.

 

Mais anos passaram... 16 bits RIP... um viva para as 32 bits... 32 bits RIP... um viva para as 128 bits. Chegou o domínio da Sony. O dinheiro não faltava e com ele vieram alguns jogos PS2 totalmente dobrados - como já tinha acontecido com obras PC – ou completamente traduzidos. No que toca à dobragem... há que esteja de acordo, outros nem por isso. Confesso que me englobo no grupo do “não!”... mas esse tópico dá para outro post.

 

Chegámos a meados da primeira década do novo século. A Xbox 360 apresenta-se ao serviço com um dashboard traduzido para português do Brasil. Live luso.  A nossa língua entrou para as caixas e manuais de produtos Nintendo. O canal de sondagens da Wii tem as perguntas localizadas. A PS3 traz um dashboard lusitano e a garantia de que todos os jogos distribuídos pela Sony Portugal virão, no mínimo, literalmente traduzidos para português – instruções e diálogos.

 

É a chegada de uma nova era. Perdeu-se a pureza, ganhou-se na qualidade da apresentação do produto final. Agora sim, os vídeojogos começam a ser para todos. Todos com uma mão cheia de euros para pagar pelas máquinas, claro está. Mas como acontece com a dobragem, também esse tema dá direito a outro post.

 

Mas sabem uma coisa? Confesso que sinto saudades da capa de plástico barato... da fotocópia a preto e branco... da cassete... da disquete. Do senhor da loja que não entendia a frase “gostaria de levar o Jet Set Willy, por favor.”

 

“Levar o quê? O Sem Ser Mili?!”

 

É no que dão os dias em que a nostalgia toma conta da minha alma. E desculpem lá o tamanho do post...

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por luxxx às 20:02

Sexta-feira, 16.02.07

Uma geração prematura?

Após algumas horas a jogar God of War II, voltei a perguntar a mim mesmo se a nova geração de máquinas não terá sido lançada prematuramente.

 

A nova aventura de Kratos é simplesmente soberba, demonstrando que ainda muito seria possível no hardware da PlayStation2. E não esquecer que as próximas semanas trarão consigo grandes títulos, como é o caso de Okami e Final Fantasy XII. Todos eles garantindo fabulosas experiências de jogo, muito acima da grande maioria dos títulos actualmente disponíveis para a PS3, 360 e Wii.

 

Além do mais, duas das máquinas next-gen têm a alta definição como imagem de marca... mas na realidade o HD encontra-se longe de estar implementado nas casas dos consumidores. E já nem falo em Portugal e na Europa, onde as cadeias de televisão ainda não ultrapassaram o período de testes de emissões em 720p, pois estudos recentes apontam para que apenas 17% dos norte-americanos tenham LCDs/Plasmas preparados para tirarem total partido das potencialidades gráficas das novas consolas.

 

Baseado numa experiência pessoal, posso avançar que grande parte dos meus companheiros americanos de Gears of War jogam a obra de Epic em televisões de normal resolução.

 

No que toca ao online, já existia na Xbox e na PS2, se bem que no caso desta última muito mal implementado. De qualquer maneira, com um pequeno esforço, a experiência online poderia aproximar-se um pouco mais da disponível nas máquinas next-gen.

 

Depois temos o Blu-ray/HD-DVD. Sinceramente... os DVDs ainda têm muitos anos de vida pela frente, permitindo sessões de caseiras de filmes com excelente qualidade de imagem e som. Ou seja, o salto qualitativo da passagem para filmes HD nada tem a ver com o salto permitido pelo fim do VHS. E também neste ponto... poucos têm televisões que permitam tirar total partido dos leitores de alta definição.

 

E mesmo a Wii... será que a Nintendo não poderia ter lançado um adaptador bluetooth para a GameCube que permitisse a ligação de um Cubemote à sua 128 bits? Possivelmente... sim.

 

Mas a verdade é que grande parte dos lucros da Sony/Microsoft/Nintendo vêm da venda de máquinas. E o negócio não poderia abrandar.

 

Tenho a teoria que a Sony não lhe teria desagradado manter “viva” a PlayStation2 durante mais alguns anos. As vendas continuam boas e o seu domínio do mercado é grande. Mas o mesmo não pode ser dito das suas congéneres 128 bits, facto que levou a Microsoft e a Nintendo a sentirem necessidade de deixar para trás a Xbox e a GameCube, entrando numa nova geração de máquinas. A SCE... foi de arrasto, o que lhe poderá sair um pouco caro.

 

É no que dá vivermos numa sociedade de consumo.

 

“Comprem as novas consolas! Não têm possibilidade de tirar total partido delas? Não faz mal! Comprem-nas na mesma e usufruam-nas a 100% daqui a vários anos... quando a próxima geração de máquinas for anunciada!”

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por luxxx às 15:24

Quarta-feira, 13.12.06

Ponto da situação

Japão e Estados Unidos já tem o trio de máquinas que compõem a nova geração de consolas. E o período festivo tem trazido algumas surpresas... ou talvez não.

 

No que toca aos Estados Unidos, sabe-se que a Xbox 360 tem lucrado muito com a falta de stocks da PlayStation3. O lançamento de Gears of War também não é inocente no que toca à subida do número de consolas norte-americanas vendidas. Segundo as mais recentes informações, foi a vencedora do período que rodeou o Dia de Acção de Graças. Resta saber se conseguirá atingir a fasquia pretendida pela firma de Bill Gates: 10 milhões até ao final de 2006.

 

Depois temos a Wii. Talvez o melhor lançamento da história da Nintendo, com as vendas a baterem recordes por tudo quanto é país. 325.000 consolas vendidas nos seus dois primeiros dias de vida na Europa... é obra. 1.350.000 vendidas por esse mundo fora... a obra é ainda maior! Para quem não quer ser concorrente das outras duas, afirmando que nada tem a ver com a guerra next-gen... nada, mas mesmo nada, mau.

 

Por fim, a PlayStation3. Se o nascimento da Wii decorreu sobre rodas, o mesmo não poderá ser dito da chegada da nova máquina Sony, com as linhas de montagem a não conseguirem dar resposta aos pedidos. Esta falta de stocks faz com que, para já, seja a derrotada deste período festivo. Provavelmente, o lançamento em simultâneo em dois continentes poderá ter sido um erro, especialmente tratando-se de mercados vitais como o norte-americano e o japonês.

 

Obviamente que recuperará terreno com o decorrer dos meses e com a estabilização da situação, pois a realidade é que não aconteceu nenhuma catástrofe – não ficaram PS3 por vender nas prateleiras das lojas. Mas uma coisa é certa, foram cometidos deslizes pouco habituais por terrenos da mãe dos Walkman, não conseguindo escapar ao facto de ter ficado atrás das dupla de concorrentes, nas semanas que se seguiram à sua chegada ao mercado.

 

Já agora, cliquem aqui: http://nexgenwars.com/ e conheçam o número aproximado de consolas next-gen vendidas por esse mundo fora.

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por luxxx às 17:49

Sexta-feira, 03.11.06

O blog, finalmente...

Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. E criar um blog, claro. Caramba, já era tempo!

Fica-me só a faltar escrever o livro, mas com os exemplos que já houve de blogues que foram passados a edição impressa a coisa parece bem encaminhada. Estou a caminho de ser um homem completo. E a perspectiva de passar umas horitas a jogar PlayStation3 na próxima semana é a cereja no topo do bolo.

Depois de meses a jogar na Xbox 360 e de uma breve experimentação das potencialidades da Nintendo Wii, vou finalmente poder fazer um comparativo pessoal e informado das 3 consolas next-gen. Depois poderão ler as nossas opiniões no GameOver.

Por agora divirtam-se com o blog e façam os vossos comentários.

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por namorado às 12:22


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