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Sexta-feira, 12.09.14

O preço da realidade virtual

Depois da compra milionária da Oculus Rift por parte do Facebook, e depois de ter deixado todo o mercado boquiaberto, ansiávamos por novidades sobre o futuro dos óculos mais famosos do planeta. Ora, uma delas é mesmo o preço. Mas calma, não pensem que já há preço, há sim os clichés que já tão bem conhecemos, ou seja, “vão ser tão baratos quanto possível” e “deverão custar entre x e dois vezes x”, ou seja, e neste caso, entre 200 e 400 dólares. É o que todos fazem e, claro, não podiam ser exceção, especialmente agora que a empresa pertence ao gigante Facebook.
Ainda assim, se pensarmos um pouco sobre isto, já podemos tirar, pelo menos, duas conclusões: A primeira: não vão ser baratos. Mesmo que os Oculus Rift custem 200$, não se pode dizer que é barato. E se os máximos responsáveis de um produto, neste caso Nate Mitchell e Palmer Luckey (cofundadores da Oculus Rift), sentem a necessidade de apregoar que vai ser barato, é porque na verdade não o será. A segunda: deverão custar 199$ ou 299$. O 400 é só para poderem dizer depois que até conseguiram trazer os Oculus Rift a um preço mais baixo do que o inicialmente previsto, e que isso representou um grande esforço e etc, e etc.
Claro que depois há a Sony com os seus Project Morpheus. Já habituada a produzir tecnologia em largas escalas, e em alguns casos até a perderem dinheiro na venda dessa tecnologia (por considerarem que representava investimentos importantes) vão querer certamente garantir que serão mais competitivos que a concorrência, o mesmo que dizer, ter um preço melhor, pelo menos em 50$, ou até mesmo 100$. Feitas as contas, isto poderá significar que no caso da PlayStation a realidade virtual poderá vir com um selo entre 100$ a 250$. O que, traduzindo para a moeda europeia dará, como é hábito, 100€ e 250€.
Por fim, e partido do pressuposto de que a realidade virtual é algo que queremos muito, estaremos dispostos a pagar pelo menos 100€ a 250€ para a ter?
Rogério Jardim

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por Game Over às 12:36

Sexta-feira, 28.03.14

Realidade virtual

Por esta altura já toda a gente sabe da última compra milionária do Facebook. Semanas após ter gasto 19 mil milhões de dólares na aquisição WhatsApp, a gigante de desembolsou mais 2 mil milhões de dólares pelo projeto Oculus Rift, os óculos de realidade virtual que começaram a dar nas vistas quando se apresentaram no Kickstarter, e que criaram muitas expetativas por entre a comunidade de jogos. Claro que esta venda causou muitas reações, sendo que a mais evidente foi o cancelamento imediato da versão Minecraft para este dispositivo, por parte do seu criador, Markus “Notch” Persson. Parece que o Facebook causa-lhe “arrepios”. E, como Notch é independente, não teve problemas e reagir e decidir de imediato

Mas, polémicas à parte, resta-nos imaginar o que fará o Facebook com este investimento e como lidará a Sony, agora que apresentou o concorrente do Oculus Rift, o Project Morpheus, com esta situação e de que forma poderá potenciar o facto de agora estar sem concorrente assumido nesta área.

Começando pelo que o Facebook poderá fazer, as possibilidades são infindáveis A começar na própria intenção de melhorar as comunicações entre os seus membros, imaginem chamadas recorrendo à realidade virtual, por exemplo, e terminando na crescente aposta na área dos videojogos e entretenimento em geral, a verdade é que há muita utilidade para dar aos Oculus Rift no universo da rede social de Mark Zuckerberg, e muito dinheiro para investir, como se pode ver.

Já a Sony, aparte dos rumores que indicam que a Microsoft estará também a trabalhar no seu dispositivo de realidade virtual, acaba por se ver sozinha neste universo virtual, potenciado em grande escala pelo projeto australiano. Depois do flop do 3D, a Sony poderá ter aqui uma peça de “artilharia” importante para usar na guerra desta geração. Veremos então o que a E3 nos poderá reservar este ano, onde novamente o GameOver estará presente para vos trazer todas as novidades.

Rogério Jardim

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por Game Over às 18:26

Segunda-feira, 27.05.13

Mergulho virtual

Se bem repararam, há muito pouco tempo falei cobre a realidade virtual e sobre como podia eventualmente estar de regresso. Hoje, cruzei-me com um novo projeto que tira partido dos Oculus Rift, o World of Diving. Pessoalmente, devo dizer que gosto muito de mergulhar apreciar a imensidão que o Oceano nos esconde, ainda assim, a ideia de poder mergulhar sem água cria-se algumas dúvidas. Independentemente do que eu ache, o projeto já está propor-se a um financiamento de 75 mil dólares, não no Kickstarter, mas no Indiegogo. A 37 dias do fim (altura em que faço o posto), ainda só conta com 2.700 dólares. Será que atinge o objetivo? Deem uma olhadela ao Word of Diving e digam-me de vossa justiça se é por aqui que a realidade virtual pode e deve ir.

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por Rogério Jardim às 15:31

Segunda-feira, 20.05.13

Realidade virtual está de volta?

Foi durante os anos 90, numa exposição que teve lugar no Museu da Eletricidade, em Lisboa, que tive o meu primeiro contacto com a realidade virtual. Na altura, uma fila de mais de uma hora de espera dava aos visitantes mais pacientes a oportunidade de "vestir" uns óculos de realidade virtual e experienciar o que seria voar nas asas de um pássaro. Já não me lembro em que ano esta exposição decorreu, não me lembro que tipo de pássaro era aquele no simulador de realidade virtual. Lembro sim de me sentir impressionado pela liberdade de olhar para onde quisesse com aqueles óculos e ver sempre um cenário que parecia infinito. Também me lembro que este cenário virtual era feito de enormes e horríveis pixéis (que na altura era do melhor que se podia ver). Seja como for, nos anos 90 houve uma febre em torno da realidade virtual, tendo até algumas marcas se aventurado e lançado alguns óculos para o mercado, pelo menos até ao início do século XXI, altura em que a temperatura voltou a descer. Mais recentemente, esta febre parece estar de volta, com alguns projetos a surgirem um pouco por todo lado. Um desses projetos tem conseguido chamar mais à atenção, os Oculus Rift. Claro que imagens falam sempre melhor que qualquer descrição, por isso deixo-vos uma demo, no mínimo cómica, mas que deixa antever o que é possível fazer.
Quero ainda deixar duas perguntas.
1. Alguma vez tiveram a oportunidade de experimentar este tipo de dispositivos?
2. Acham que depois do sucesso da Alta Definição e do que já visto como o flop do 3D, este poderá ser o próximo passo a dar no entretenimento?

 

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por Rogério Jardim às 15:35


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