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Terça-feira, 05.08.08

A E3 em 1995

E era assim a E3 em 1995. Dançava-se... cantava-se... mostrava-se o corpinho e o dinheiro para gastar era muito. As saudades também são.


Basicamente, os dólares não eram poupados no que toca à promoção de cada jogo, com cada produtora a tentar captar as atenções com espectáculos dentro do espectáculo que era a própria E3. Exactamente o contrário do que tem acontecido nestes últimos dois anos, ao ponto de Simon Jeffrey, presidente da SEGA of America, comparar a edição de 2008 a “um evento com a atmosfera de um enorme corredor de hospital”.


O oposto do vídeo que se segue, portanto, que nos mostra a apresentação de Killer Instintc Super Nintendo... no distante ano de 1995.

 


Até as personagens dançavam ao ritmo da música, acompanhando umas meninas com penteados algo datados.


Já agora... o jogo era/é realmente bom. Grandes tempos da Rare, que faziam o impossível com o hardware da 16 bits Nintendo.

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por luxxx às 13:54

Quinta-feira, 19.04.07

ZX Spectrum: Não há amor como o primeiro!

Muitos têm uma paixão pela NES, outros pela Super Nintendo e alguns pela MegaDrive. Mas na parte que me toca, o ZX Spectrum é a máquina que para sempre terá um lugar muito especial junto ao meu coração.

 

Foram anos de descoberta. De cassetes. De gravadores. De longos tempos de loading. De jogos que semanalmente ultrapassavam as barreiras impostas pelo hardware. De puro prazer.

 

De títulos programados em quartos de adolescentes. Do nascimento da Ultimate. De Manic Miner e Jet Set Willy. De enorme criatividade. Do surgimento de novos géneros e mecânicas. De obras que eram fruto de muita teimosia e amor. De The Way of the Exploding Fist. De Sandy White criar Ant Attack, o primeiro jogo em perspectiva isométrica. De Sabre Wulf.

 

Da frase “Tape Loading Error”. De inserção de Load “”. Das teclas de borracha e das letras que iam desaparecendo devido ao suor. De Costa Panayi e do seu Highway Encounter. De Chuckie Egg. De esperar ansiosamente pela edição mensal da Crash. Das oito cores. Dos 48K.

 

Das horas não passarem depressa, para chegar a casa e voltar a tentar a minha sorte em Head Over Heels. Das cuequinhas da personagem feminina de Ant Attack.

 

De pura paixão!

 

 

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por luxxx às 13:30

Terça-feira, 12.12.06

Jogar numa ilha deserta

“Que...(a preencher por quem de direito)... levarias para uma ilha deserta?”

 

Esta é uma pergunta clássica em entrevistas, magazines de televisão e em dias passados entre amigos. Calculo que em blogs também.

 

Como este post foi colocado num blog, blog esse dedicado a vídeojogos, a pergunta que se impõe é: “Que jogos levaria comigo para uma ilha deserta?”

 

E que questão complicada essa. A minha vida é longa e por ela passaram muitas obras que a marcaram bem marcadinha. E se tivesse de escolher apenas doze, junto aos quais teria de passar, em solidão, o resto dos meus dias?!?!

 

Bem... peço desculpa se me esqueci de algum... mas aqui fica a listinha:

 

1 – Robotron, na sua versão máquinas de arcadas. Obra máxima de Eugene Jarvis. Adrenalina pura. Confesso que fiquei indeciso entre Robotron e Tempest.

 

2 – Ms. Pacman. Tenho a máquina de arcadas em casa, portanto, seria fácil colocá-la num avião. É um Pacman sob efeito de anabolizantes. A primeira grande sequela da história dos jogos.

 

3 – Ant Attack. Jogo de Sandy White para o Spectrum. Um mimo que me deu a conhecer as pseudo 3 dimensões e as delícias da perspectiva isométrica. Além do mais, foi o primeiro título vídeojogável onde se viam as cuequinhas da protagonista. As meninas de Dead or Alive que se roam de inveja! Pura arte!!!

 

4 – Speedball 2. Rollerball, segundo a visão dos Bitmap Brothers. À conta dele parti resmas de joysticks do Amiga. Acreditem que ainda tenho cicatrizes na palma da mão direita. Literalmente... este marcou-me para sempre!

 

5 – Super Mario World. Talvez o melhor jogo de plataformas. Fácil de começar, difícil de se dominar... mas jogabilidade na sua forma mais pura! Uma paixão. Shigeru Miyamoto no seu melhor!

 

6 – GunStar Heroes. O mais original dos jogos da Treasure, que acertou em cheio no coração da MegaDrive. Tão criativo, tão criativo que até chega a chatear. Uma obra-prima!

 

7 – Sonic CD. O grande jogo da malograda MegaCD. Gráficos de luxo, longo, imaculadamente jogável e com uma banda sonora de se chorar por mais – no que toca à versão japonesa. Uma das paixões da minha vida!

 

8 – The Legend of Zelda: A Link to the Past. Tudo o que o franchise Nintendo tem de melhor encontra-se neste capítulo para a Super Nintendo. Um marco!

 

9 – Panzer Dragoon Saga. O RPG! Mais um que me marcou literalmente, com Azel a acompanhar-me até ao fim dos meus dias. Pois é... está tatuada no meu braço esquerdo! Convém referir que é a obra máxima do Team Andromeda para a Sega Saturn.

 

10 – Diablo. Não poderia passar o resta da minha existência sem um jogo da Blizzard. Tão simples quanto isso!

 

11 – Mario64. Este não necessita de qualquer comentário. É a revolução em forma de vídeojogo.

 

12 – Super Street Fighter II, na sua versão Super Nintendo. Teria de levar comigo o comando da SNES. Sem ele não sou nada naquela que deverá ser obra por mim mais horas utilizada!

 

Por fim... em forma de bónus... levaria a minha máquina de flippers. Sim, também tenho uma na sala da minha casa. E adoro-a do fundo do coração!!!!!! É a menina dos meus olhos!!!!

 

Já agora, termino com uma pergunta: Que jogos levariam com vocês para uma ilha deserta?

 

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por luxxx às 16:34

Quarta-feira, 22.11.06

Velho do Restelo

De quando em vez é lançada uma compilação de velhos clássicos. De quando em vez dou por mim a pensar “isto é que eram tempos, caramba!”

 

Foi o que aconteceu após algumas horas na companhia de Capcom Classics Collection Reloaded para a PSP. Ghosts’n Goblins, 1942, Street Fighter II, Commando, Mercs... foi uma barrigada de matar saudades, que só pecou pela falta de comparência de Final Fight. Ou seja, têm sido horas e mais horas de “isto é que eram tempos, caramba!”

 

Mas, pensando a frio e sem saudosismos, confesso que não sei se conseguiria passar sem ter ao meu lado uma máquina que ofereça pura luxúria visual. Quero com isto dizer que é excelente matar saudades de Gauntlet... sabendo que pela madrugada fora vou ter como companhia o HD e o online de Gears of War.

 

E este sentimento não é de agora. Por exemplo, Super Mario World é um dos jogos da minha vida. Mas após ter passado por Mario64... gosto de voltar à carga na aventura SNES, mas sempre sentindo alguma falta do 3D total da obra criada para o hardware da N64.

 

Será que mesmo sendo apaixonados pelo retrogaming conseguiríamos regressar ao passado, dizendo adeus ao que de melhor nos consegue oferecer o hardware das mais recentes máquinas? No que me diz respeito, jogar Time Pilot ‘84 dá-me um enorme gozo, mas Marcus Fenix e os Locust já fazem parte da minha vida... que sem eles perderia um pouco do seu colorido!

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por luxxx às 01:20


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