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Quinta-feira, 18.02.10

Quando se jogava de fato e gravata

Já sentia saudades de um bom clip publicitário retro. Portanto, nada como ir ao fundo do baú para apanhar mais uma relíquia da Atari.

 

E assim era a indústria dos vídeojogos em 1981. Tão diferente. Tão ingénua. Tão amorosa. Tão novinha.

 

Mas confesso que não me lembro de ver senhores de fato e gravata nas salas de arcadas a jogar Tempest. Nem namoradas aos saltos de felicidade, festejando a pontuação obtida pelos respectivos em Asteroids. Se calhar não estava atento...

 

Não me canso de dizer que sinto saudades. Não há nada a fazer. Deve ser da idade.

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por luxxx às 13:13

Terça-feira, 12.12.06

Jogar numa ilha deserta

“Que...(a preencher por quem de direito)... levarias para uma ilha deserta?”

 

Esta é uma pergunta clássica em entrevistas, magazines de televisão e em dias passados entre amigos. Calculo que em blogs também.

 

Como este post foi colocado num blog, blog esse dedicado a vídeojogos, a pergunta que se impõe é: “Que jogos levaria comigo para uma ilha deserta?”

 

E que questão complicada essa. A minha vida é longa e por ela passaram muitas obras que a marcaram bem marcadinha. E se tivesse de escolher apenas doze, junto aos quais teria de passar, em solidão, o resto dos meus dias?!?!

 

Bem... peço desculpa se me esqueci de algum... mas aqui fica a listinha:

 

1 – Robotron, na sua versão máquinas de arcadas. Obra máxima de Eugene Jarvis. Adrenalina pura. Confesso que fiquei indeciso entre Robotron e Tempest.

 

2 – Ms. Pacman. Tenho a máquina de arcadas em casa, portanto, seria fácil colocá-la num avião. É um Pacman sob efeito de anabolizantes. A primeira grande sequela da história dos jogos.

 

3 – Ant Attack. Jogo de Sandy White para o Spectrum. Um mimo que me deu a conhecer as pseudo 3 dimensões e as delícias da perspectiva isométrica. Além do mais, foi o primeiro título vídeojogável onde se viam as cuequinhas da protagonista. As meninas de Dead or Alive que se roam de inveja! Pura arte!!!

 

4 – Speedball 2. Rollerball, segundo a visão dos Bitmap Brothers. À conta dele parti resmas de joysticks do Amiga. Acreditem que ainda tenho cicatrizes na palma da mão direita. Literalmente... este marcou-me para sempre!

 

5 – Super Mario World. Talvez o melhor jogo de plataformas. Fácil de começar, difícil de se dominar... mas jogabilidade na sua forma mais pura! Uma paixão. Shigeru Miyamoto no seu melhor!

 

6 – GunStar Heroes. O mais original dos jogos da Treasure, que acertou em cheio no coração da MegaDrive. Tão criativo, tão criativo que até chega a chatear. Uma obra-prima!

 

7 – Sonic CD. O grande jogo da malograda MegaCD. Gráficos de luxo, longo, imaculadamente jogável e com uma banda sonora de se chorar por mais – no que toca à versão japonesa. Uma das paixões da minha vida!

 

8 – The Legend of Zelda: A Link to the Past. Tudo o que o franchise Nintendo tem de melhor encontra-se neste capítulo para a Super Nintendo. Um marco!

 

9 – Panzer Dragoon Saga. O RPG! Mais um que me marcou literalmente, com Azel a acompanhar-me até ao fim dos meus dias. Pois é... está tatuada no meu braço esquerdo! Convém referir que é a obra máxima do Team Andromeda para a Sega Saturn.

 

10 – Diablo. Não poderia passar o resta da minha existência sem um jogo da Blizzard. Tão simples quanto isso!

 

11 – Mario64. Este não necessita de qualquer comentário. É a revolução em forma de vídeojogo.

 

12 – Super Street Fighter II, na sua versão Super Nintendo. Teria de levar comigo o comando da SNES. Sem ele não sou nada naquela que deverá ser obra por mim mais horas utilizada!

 

Por fim... em forma de bónus... levaria a minha máquina de flippers. Sim, também tenho uma na sala da minha casa. E adoro-a do fundo do coração!!!!!! É a menina dos meus olhos!!!!

 

Já agora, termino com uma pergunta: Que jogos levariam com vocês para uma ilha deserta?

 

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por luxxx às 16:34


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